O ainda governador Pimentel se esforça para restringir a incipiente epidemia de febre amarela a apenas algumas regiões do estado, como se fossem casos isolados, focos fortuitos de características silvestres. Quer por que quer afastar as suspeitas, sugeridas pelos dados que estão publicados, que vêem a devastação já atingindo a região metropolitana de Belo Horizonte.
Tenta, assim, vender a ideia de que só moradores das zonas rurais estariam ameaçados pelos vetores da moléstia. Ignorância ou má fé dos sanitaristas oficiais, que parecem desconhecer que, mesmo pessoas devotadas a atividades agrícolas, moram, hoje, em centros urbanos. Trabalham no campo mas residem nas cidades. As universalizadas motocicletas se encarregam de propiciar tal trânsito e contato.
A companheirada sanitarista, muito parecida com os engenheiros da Petrobrás, só bota a boca no trombone frente aos desmandos e incompetência, se for para fazer oposição a quem estiver num governo não petista. No mais, caladinhos, mudos como um estátua de pedra.
Ah, isso deve ser culpa do golpista Temer e seus acólitos neoliberais. Seria interessante saber quantos cubanos, celebrados adeptos da medicina social, atuam nas regiões afetadas, e como se houveram na notificação da doença.
Lista dos 424 que querem Lula candidato!
Há 8 anos
Nenhum comentário:
Postar um comentário