terça-feira, 4 de abril de 2017

Dilma no México


Dilma em ação, obrando e gemendo.

A vulgar criatura assim explicou seu encontro com Marcelo Odebrecht, na cidade do México, anos atrás: foi dar uma cagadinha irrefreável ali mesmo no aeroporto. "Guacamole, querido, entende. Deixei a merda toda pros mexicanos. Fiz igual o Lula quando cagou no palácio da rainha da Inglaterra, uma das glórias sul-americanas de todos os tempos. Pois bem, saindo eu daquele sufoco, quem abre a porta da casinha? Marcelinho pão e vinho. O rapaz destampou o penico, numa discurseira incompreensível, vomitando coisas das quais eu nunca vira ou ouvira falar, negócios com João Santana, sei lá; fiquei abismada e estarrecida, como sempre, quando me deparo com tais assuntos. Ajeitei o paletó, sacudi a poeira e fui embora dali. Dei um peidinho pra demarcar o território e, ó, saltei fora daquela quebrada e da presença inconveniente daquele moço. Eu, hein, como respeitar um homem que invade abusivamente o espaço cagatório de uma presidenta? Vá se fuder, babaca."   

sexta-feira, 31 de março de 2017

Pimentel volta aos negócios


O governador Pimentel volta aos negócios em grande estilo. Acaba de inventar um mecanismo financeiro para permitir a utilização de imóveis de propriedade pública (algo do tipo vende e depois aluga), visando gerar caixa para seu governo medíocre. O cheiro de negociata é mais que evidente. Dará com os burros n'água pois, afinal, quem botará dinheiro de seu em alguma coisa gerida por Pimentel. Os fundos de pensão das estatais? Entidades financeiras internacionais? Empreiteiras amigas? 

A proposta do governo mineiro carece de um fundamento essencial para ter a chance de ser bem sucedido: a confiança. Um governador na bica de ser julgado e condenado por crimes infamantes - apurados pelas Operações Acrônimo e Lava Jato - conseguirá atrair algum incauto para financiar suas estripulias? Depois de tudo que se sabe a seu respeito? Cesteiro que faz um cesto, faz um cento. Esta é a melhor descrição do personagem que - até quando? - continuará a infelicitar o povo de Minas Gerais. Onde tem dinheiro e tem Pimentel não caberia outro julgamento: vai dar merda. 

O desespero do melhor amigo de dona Dilma tem uma sólida razão política oculta. Os resultados das últimas eleições municipais criaram um novo polo de poder em torno da Região Metropolitana de Belo Horizonte. Prefeituras poderosas como as da capital mineira, de Contagem e de Betim, entre outras, relegaram Pimentel e sua turma de cafajestes a um papel político secundário. É em torno daqueles prefeitos que a sucessão de 2018 irá gravitar. O nome a ser destacado é o do sólido empresário  Vittorio Medioli, estrategista e realizador com capacidade de conduzir Minas Gerais ao patamar que o estado já teve em outras épocas.


terça-feira, 28 de março de 2017

O filho, da puta, do Brasil


O patético filme (O filho do Brasil), sobre a vida e obra de Lula da Silva - financiado , aliás, pelos empreiteiros que hoje mourejam para escapar dos tentáculos da Operação Lava Jato - receberá uma continuação em breve, agora mostrando a alma negra daquele personagem (o filho da puta do Brasil). Mas eis que o herói está questionando judicialmente a utilização de cenas realistas nas quais esteve envolvido (como sua condução coercitiva para depor na Polícia Federal, em março do ano passado), alegando que isso poderia afetar sua imagem pública, como se tal fosse possível. Reivindica, então, do juiz Moro a proibição de utilização daquelas imagens geradas pela polícia. 

Difícil encontrar palavras para comentar caso tão espantoso. Conduta tão asquerosa de censura prévia a uma obra cinematográfica deveria receber algum tipo de protesto da intelectualidade universitária e outros parasitas que gravitam em torno do pervertido de Garanhuns. Mas é inútil esperar que essa gente escrota vá assim se manifestar. Continuam, no mínimo, a sofrer os efeitos da dissonância cognitiva: a realidade se modifica mas a compreensão dela permanece inalterada. Caso psiquiátrico, a se ver.

Em espírito, figuras como Chico Buarque, frei Bofe e outros mais só estão a repetir o comportamento dos intelectuais franceses adeptos do comunismo, quando veio à luz o genocídio praticado na URSS por Stálin e seus mirmídones: ignoraram solenemente os fatos apontados por Kruchev em 1956, e mantiveram seu engajamento com a causa de um dos regimes políticos mais bárbaros que já existiu, capaz de fazer sombra aos piores crimes do nazi-fascismo. Ah, diziam, não se podia agir de maneira a favorecer o imperialismo capitalista, reiteravam os pensadores progressistas de então. Hoje o discurso é contra o neo-liberalismo.

E olhem que os lambe-cu esquerdistas, na Europa, eram gente do calibre de um Sartre e, não, de figurinhas tropicais menores, como Chauí, a bruxa plagiadora de Claude Lefort, a mesma que diz que o mundo se ilumina quandro as tripas de Lula expelem em gás  o resultado de sua atividade intelectual. Sim, Lula peida e Chauí corre para ficar de joelhos a aspirar o sublime fermentado em tão sagrado invólucro.    

sexta-feira, 24 de março de 2017

O Puteiro de Lula


Uma das passagens mais hilária retirada do conjunto de depoimentos dos executivos da Odebrecht, a respeito das propinas pagas pela empreiteira, é aquela que reporta a entrega do dinheiro sujo de Lula e cia em um cabaré, nome elegante de puteiro da zona de baixo meretrício. Talvez pelo fato das mães dos petistas envolvidos ganharem ali, suadamente, a vida na mais velha profissão da história humana, a escolha do local para fazer a tradição do dinheiro tenha sido aquela. 

Dado o padrão conhecido dos envolvidos, um rendez-vous é um local mais que adequado até para morigerar os filhos das putas. O caso todo parece roteiro de filme classe B. Alguém, a propósito, conseguiria identificar o nome e a localização do estabelecimento que abriga o altar de Eros? Este poderia, a partir de bom marketing, ser elevado à categoria de atração turística. 

As roubalheiras petista merecem, quem sabe, que fosse erigido um museu do petrolão em sua homenagem. O puteiro em tela seria um lugar perfeito para eternizar em cera a imagem depravada de Lula e seus sequazes, a organização criminosa da qual falava o ministro Celso de Mello. 

Voto em lista: pequenos partidos sobreviverão


O voto em lista é tudo que os vigaristas querem. A campanha será longa e custosa. Exigirá bastante dinheiro para sustentar uma máquina de propaganda destinada a angariar votos para uma legenda partidária qualquer. Será um farra para os pequenos partidos. Quanto custará a chamada "cabeça da chapa"? Um projeto eleitoral bem organizado coloca o financiador no primeiro lugar da lista. Outras lideranças ficariam distribuídas no rol, de maneira a obter pelo menos mais de dois coeficientes eleitorais. Empresários bem sucedidos não encontrarão qualquer dificuldade de comprar a vaga privilegiada e financiar um exército de cabos-eleitorais. As últimas eleições municipais mostraram isso em vários lugares. Plutocratas aventureiros, como os prefeitos de Belo Horizonte e de São Paulo, venceram facilmente lideranças consolidadas. Os pequenos partidos não têm que se preocupar com sua sobrevivência. 

Deus e o diabo na terra dos pinhais


Sugestão para Lula: tendo perdido a assistência do ilustre professor criminalista Juarez Cirino, contrate outro professor notório: o igualmente criminalista Sérgio Salomão Shecaira. Estará em boas mãos, mãos de calango, claro. Dinheiro não é problema quando a relação se dá entre camaradas e companheiros. Exótico e atrevido - até a prisão de Sérgio Moro ele já pediu - será um espetáculo o combate político e jurídico entre os dois xarás - um do mal e o outro do bem, um novo Deus e o Diabo na terra dos pinhais. O boquirroto Shecaira poderá, assim, prestar um grande serviço à organização criminosa que assaltou o país, caso seja bem sucedido. As apostas estão na mesa. Vamos, Shecaira, força e coragem. 

Doutor Tomás Turbando: o mais limpo tem sarna

O trio de juristas que ornam o mundo petista: professores doutores Sérgio Salomão Shecaira, José Eduardo Cardoso e o famoso mestre Tomás Turbando, íntimo amigo do ex-ministro da Justiça de dona Dilma, de quem é devoto e assessor para assuntos onanísticos. São os ícones de verdadeira legião. Na cabeça da manada de desmiolados políticos são os mais destacados. Tudo isso é público e notório, conforme estão demonstrando a Operação Lava-Jato, bem como outros procedimentos que correm na justiça eleitoral.

O mais limpo da turma tem sarna. Agora, fazer trocadilho com masturbação é algo do caralho, ainda mais quando no bojo do julgamento político da madame que presidia o Brasil, sempre vista e conhecida como um breve contra a luxúria.