sábado, 21 de maio de 2016

Dilma: a vastidão da ignorância (Augusto Nunes)


“Essa suspensão, ela é estranha, porque, até agora, pelo que eu saiba, nenhuma ação teria sido suspensa até então. O ministro Gilmar Mendes não é a única pessoa no Supremo Tribunal. O Supremo Tribunal é composto por doze integrantes. Desses doze integrantes, nem todos têm a mesma posição um tanto quanto… mais efetivamente militantes, visivelmente militante, do ministro Gilmar Mendes”. 

(Dilma Rousseff, na entrevista ao jornalista inglês Glenn Greenwald, ao assassinar a língua portuguesa e o raciocínio lógico para exigir que o senador Aécio Neves seja investigado por alguma coisa, aproveitando o embalo para mostrar que, depois de cinco anos e cinco meses na chefia do Poder Executivo, ainda não aprendeu que os ministros do STF são 11 e não 12).

"Quarentena é para casos excepcionalíssimos" (O Antagonista)


De Lucieni Pereira, presidente da Associação Nacional dos Auditores de Controle Externo dos Tribunais de Contas do Brasil, a O Antagonista:
"Obviamente, é razoável que seja concedida quarentena a um ex-presidente do Banco Central, por exemplo, que teve acesso a informações privilegiadas. A intenção é evitar o conflito de interesses. Mas esses são casos excepcionalíssimos. Não é moral alguém ser nomeado por dois meses, por exemplo, e ganhar seis salários de quarentena. A moralidade pública precisa ser observada, sempre."

Pois bem. Pelo menos 85 ex-integrantes do desgoverno de Dilma Rousseff já pediram quarentena para a Comissão de Ética da Presidência da República, formada por sete membros indicados pela petista. Dos 18 pedidos já analisados, 12 foram concedidos pelo colegiado.
Até ex-diretor de Conteúdo e Programação da EBC garantiu seis meses de salários, que serão pagos por você, otário, cujos impostos servem para alimentar e engordar esse bando de vagabundos.

Metamorfose


A vadiagem fez bem à ex-presidente Dilma. Seu ofício agora é o de comparecer a reuniões de parasitas e conversar com desocupados. Em evento ocorrido em Belo Horizonte (patrocinado pelos ditos blogueiros sujos), ela exibiu mais uma vez a formidável dimensão de sua bulgarice, fato tão mais absurdo quando se pensa que a Bulgária, como bem o decretou Campos de Carvalho, não existe. Não havendo Bulgária, não haveriam búlgaros, mas há bulgarices.
A exótica madame proclamou, fazendo um contraponto ao seu finado desgoverno, que o governo de Temer é de "homens, velhos, brancos e sem mulheres e negros". 
Esqueceu-se de dizer que também são heterossexuais e alfabetizados, esta odiosa minoria que gosta de desfrutar do amor de uma mulher de verdade, e de entoar a elas loas hauridas nos Cantares de Salomão.
Falando em minoria, Temer representa todas elas. Afinal, é um semita egresso e fugido dos frondosos vales do Líbano milenar. Sua alma poética e feminina supera em muito a das mulheres de grelo duro que sustentam o imaginário petista. Basta pensar em Erenice, em Gleisi, em Benedita, em Ideli e outros tribufus para se chegar a uma boa conclusão.
Salve Temer e tudo o mais que ele simboliza.

sexta-feira, 20 de maio de 2016

A mamata da bolsa-quarentena



Dezenas, que talvez cheguem às centenas, de petistas acharam um novo meio de vida fácil. É uma boquinha sensacional em que o cidadão fica dispensado de trabalhar e ainda recebe um gordo pagamento ao final do mês. É a bolsa-quarentena, destinada aos felizes assessores de dona Dilma, enquanto continuarem membros da famulagem da casa real. Esta senhora, que deveria estar hospedada na Papuda continua, no entanto, a se servir do suado dinheirinho dos pagadores de impostos, escorchados sem dó nem piedade pelos leões da Receita Federal.

Homiziada no palácio da Alvorada, com mordomias nababescas, a madame que conduziu o país ao caos que este está vivendo não se envergonha dos seus atos. Claro, vergonha é um conceito que não faz parte do universo simbólico dessa gente. O brasileiro comum ao ser demitido socorre-se de sua poupança e do salário desemprego por alguns meses. Enquanto o tempo passa ele busca se requalificar nos cursos disponíveis a fim de dar um novo rumo na vida.

Ora, por qual razão os inumeráveis assessores de dona Dilma não procuram o Pronatec, seguindo conselho que ela mesma deu na última campanha eleitoral? Mas, não. Só de pensar na hipótese, a turma tem calafrios. Os parasitas se acostumaram a ganhar sem trabalhar. É um vício de caráter. Incurável. São capazes de, até, se inscreverem para receber a merreca da bolsa-família. Algo similar ao viciado em heroína que, na ausência de recursos para tal droga, vai se valer do cheirinho da loló, da gasolina e dos solventes. O importante é a prevalência do princípio: mamãe, eu quero mamar!

Para não ficar em simples abstrações, que os leitores avaliem a magnitude da bolsa-quarentena paga aos ex-ministros de dona Dilma. Está na ordem de R$1 mil reais. Um mil reais, por dia! Enquanto há trabalhadores que suam para receber tal valor ao final de um mês de trabalho, os bajuladores da madame recebem isso no intervalo entre um nascer e um por do sol. Façam as contas. 

Comparem. Houve um caso de ministro que ficou no cargo por uma semana. E já reivindicou a gorda bufunfa que julga ter direito.
Quem quiser conferir, trata-se do consorte de miss Bumbum, uma espécie de marido de madame Pompadour, cuja performance no gabinete ministerial chocou o Brasil pela falta de compostura. 




Tais aventureiros e alpinistas sociais, se computados em toda a inteireza, encheriam as páginas de um catálogo telefônico, daqueles antigos que pesavam quase uma arroba. Dizer que o Brasil não merece isso talvez seja um equívoco. Houve larga cumplicidade.

Tal parasitismo vem de longe. A turma não aprendeu a roubar quando chegou ao planalto. Aprendeu nos sindicatos, nas entidades estudantis, nas universidades, nas associações comunitárias, ONG’s, prefeituras e nos governos estaduais. Chegando à presidência da república, só aperfeiçoaram as habilidades tão largamente cultivadas através dos anos. Mudaram no volume, no quantitativo, não na essência, qualitativamente. 

quinta-feira, 19 de maio de 2016

Coletivo madame Min


Agências de notícias reportam a criação de nova entidade petista: o Coletivo Madame Min, destinado a representar e fazer lobby em favor de damas desamparadas e discriminadas pelo pérfido neocapitalismo liberal chefiado por Michel Temer.




Pela qualidade óbvia das ilustres criaturas acima, o empreendimento será um sucesso. O mundo das universidades e o mundo da cultura fornecerão seus abundantes quadros ao festejado movimento social. Aliás, importante não esquecer a excelente contribuição a ser dada pelas valorosas companheiras do PC do B.

Exemplo marcante, também, a ausência provisória de dona Chauí e sua vassoura filosófica, excepcional instrumento de extermínio de baratas e da classe média. Sobre elas pode-se dizer, no mínimo, que são verdadeiros breves contra a luxúria. 

Cultura petista e os bonobos


Uma performance de um grupo de teatro no Sesc Patativa do Assaré, em Juazeiro do Norte, no Ceará, gerou polêmica. A apresentação “Macaquinhos”, exibida na última quarta-feira (18), mostrava atores explorando os ânus uns dos outros e gerou revolta nas redes sociais.




A performance do grupo - composto por homens e mulheres totalmente nus - em círculo, explorava com as mãos o ânus do companheiro a frente. De acordo com os artistas Caio, Mavi Veloso e Yang Dallas, idealizadores do projeto, a apresentação tem o intuito de “ensinar que existe ânus, ensinar a ir para o ânus e ensinar a partir do ânus e com o ânus”. É o apostolado do fiofó, diria famoso e algo contestado santo espanhol, propositor do apostolado do palavrão.

Nas redes sociais, a repercussão não foi positiva. Muita gente ficou revoltada com o fato do grupo ter se apresentado em um Sesc e ter recebido dinheiro público para a performance. “Cutucar o cu dos outros agora virou arte”, esbravejou um usuário no Facebook. Fazendo-se ligeira comparação com a conduta de macacos, os bonobos, indubitavelmente, possuem mais compostura e noção das coisas. 

https://youtu.be/b2_9imihJbkbonobos Suruba de bonobos


Pois bem. É nesse mundo preto, cabeludo, sujo e fedorento que os artistas patrocinados pelo Ministério da Cultura petista quiseram, e continuam querendo, mergulhar o povo brasileiro. Os peladões deveriam realizar sua performance em algumas das maiores penitenciárias brasileiras. E ficar para o chá, após o término do espetáculo, a fim de confraternizar com a platéia. Seriam mais que ovacionados.


quarta-feira, 18 de maio de 2016

Mulheres, ao conteúdo (Dora Kramer)


A sempre excelente Dora Kramer atingiu a medula dessa horda de vigaristas que pensam ser necessária a presença de mulheres para se ter um governo digno e competente. Os exemplos dados pelo PT não poderiam ser mais eloquentes. Ou alguém já se esqueceu de uma ministra de Lula chamada Matilde sei lá das quantas, se aproveitando do cartão corporativo para suas compras em lojas Duty Free? Ou da Bené e suas fraudes? E a pornográfica Martaxa? E a própria Dilma, cruz credo? E a Ideli Salvatti, hoje homiziada nos Estados Unidos com um sargentão a tiracolo? Alguém no seu juízo perfeito convidaria alguma dessas damas para algum cargo ministerial? Isso sem mencionar as milhares de parcas acopladas à máquina governamental em todos os seus níveis. Se o sexo ou orientação sexual fosse critério para se escolher governantes e administradores, o regime petista seria um exemplo para o mundo. Pelos resultados até agora conhecidos dos governos dessa gente, melhor fariam se botassem logo a viola no saco e deixassem o Temer trabalhar. Segue abaixo o artigo da Dora Kramer.


"Amigas e amigos partícipes da tese de que a ausência de mulheres como titulares de ministérios fere de morte o princípio da representação da diversidade e se constitui em grave retrocesso: é a questão mais importantes de um País destroçado política, ética e economicamente falando? Quantas das várias mulheres atuantes no governo de Dilma Rousseff nos garantiram a reafirmação de gênero, a começar por ela, inventada e elevada por um homem machista juramentado?

Erenice Guerra, Gleisi Hoffman e Míriam Belchior, cuja interlocução como presidente da Caixa com a estrutura do banco se dava exclusivamente por intermédio de um homem, honraram seus cargos por serem mulheres? Não, quem nos honra por ora são os nomes de Maria Silvia Bastos, na presidência do BNDES, e de Maria Helena Castro na secretaria executiva da Educação. Com perdão de prováveis omissões".