Pimentel e Dilma acabaram juntos no mesmo mar de lama. Maktub. Destino mais que previsível, em vista da trajetória comum desde os anos 60 do século passado. Do terrorismo armado até a ocupação política do governo de Minas Gerais e do Brasil, ambos manifestaram sempre uma estranha sintonia. Unha e carne, macho e fêmea, frente e verso, qualquer que seja a imagem, os dois ali, juntinhos no mesmo nicho ideológico e operacional.
É incrível a adoção comum por eles até de igual estratégia marqueteira. A imagem que venderam aos eleitores era a de pessoas competentes e sérias no trato da administração pública. Doce ilusão de quem acreditou. Pimentel - o "bom de serviço" - e Dilma - a gerentona implacável - quando postos à frente da realidade dissolveram-se como um torrão de açúcar em xícara de café amargo.
Nunca é demais relembrar que a desindustrialização, pela qual passa o país, é fruto inquestionável da obra de Pimentel, ex-ministro que foi do Desenvolvimento e da Indústria, no primeiro governo Dilma. As consequências estão aí à vista de todos. Não dá para colocar a culpa nos neo-liberais, na direita, nos tucanos ou em quem mais seja.
As digitais são todas de Pimentel. A companhia patética de dona Dilma só serve para configurar de maneira mais vívida o quadro de horrores que o casal criou para os mineiros e para os brasileiros. Pior para os mineiros, que têm que enfrentar as implicações duplas do esforço de ambos. O Brasil, de fato é menos infeliz. Só tem que aturar dona Dilma, ao contrário de Minas Gerais, que ao peso morto da madame precisa adicionar a canga de Pimentel.
Talvez a eleição de Pimentel tenha sido um castigo, que os fados impuseram ao eleitorado mineiro, por ter votado de forma tão irresponsável em Dona Dilma. A lama que escorre pelo rio Doce é a imagem mais contundente que o destino impôs a Minas Gerais, e ao país, nessa triste quadra da vida nacional.
Seria educativo um levantamento sobre a votação de Pimentel e Dilma nos municípios mineiros e capixabas que hoje sofrem os efeitos da desídia e da incompetência dos governantes em quem votaram nas últimas eleições. Os dois cavaleiros do apocalipse já bastam para torturar o povo. Não carece dos dois outros restantes.
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