O chefe da CUT - uma das alas do braço armado do PT, juntamente com o MST - declarou em convescote, dentro do palácio do Planalto que:
“Nós somos trabalhadores.
Somos defensores da unidade nacional. Isso implica ir para as ruas
entrincheirados, de armas na mão, se deitar e lutar, se tentarem tirar a
presidente. Nós seremos o exército que vamos enfrentar essa burguesia".
Frente à má repercussão, ensaiou um recuo. Afinal, não ficaria bem reconhecer a similaridade de conduta da turma com as SS nazistas (tropas de assalto do Partido dos Trabalhadores Alemães).
Pelego profissional, o tal rapaz só cumpriu o velho ritual, obrigatório para quem caga fora do pinico: recolheu a bosta. A defesa acintosa de atos terroristas - como se depreende de suas palavras - deveria ser analisada à luz da lei de segurança nacional, ainda em vigor. Onde está o MP?
Lista dos 424 que querem Lula candidato!
Há 8 anos
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