Sinais vêm indicando que a reforma do ensino médio pretendida pelo presidente Temer está no rumo certo. Quando tipos como o ministro Lewandowski, e "educadores" provindos das universidades, se posicionam contrários às mudanças, uma primeira e óbvia conclusão se impõe: o governo acertou. Parabéns ao ministro da Educação, deputado pernambucano Mendonça Filho. A lógica nesse caso é simples: se um bando de irresponsáveis quer ir para uma direção, a saída instintiva é marchar em direção oposta.
O ministério da educação deveria insistir na manutenção do tripé - língua pátria, matemática e inglês - como suporte necessário ao desenvolvimento de outras linguagens. As fraudes pedagógicas envolvendo o suposto ensino de sociologia, filosofia, história, geografia, artes e outras menos votadas penduradas no varal curricular, hão que ser extirpadas em prol de genuína educação básica.
Física e química são derivações necessárias do conhecimento matemático, assim como o domínio da língua portuguesa é o suporte imprescindível à compreensão de outros campos discursivos. O inglês é a língua franca universal e, portanto, obrigatória. Na pior das hipóteses, seu efetivo domínio serviria para facilitar a saída do Brasil em busca de novas oportunidades. Não se deve cair na tentação de dar opções - como as línguas espanhola, italiana ou francesa - cuja aprendizagem deve ficar restrita aos ricos e bem nascidos. Pobre precisa conhecer, mesmo, é a língua inglesa. No mundo globalizado que temos, não saber inglês é um anátema.
A falência do modelo que o lulopetismo criou para a educação popular é inquestionável. Essa gente que aprecia a pobreza, porém, não os pobres, gostaria que prevalecesse no Brasil aquela situação em que o "nós pegou o peixe" fosse o símbolo da aprendizagem da língua pátria. Já a operação da lógica matemática no mundo petista é bem visualizada nas tolices e erros bisonhos que Lula e Dilma nos brindaram nos últimos anos. Dá, até, preguiça enumerar suas bizarrices e cretinices; são sobejamente conhecidas.
O ministério da educação deveria considerar a hipótese de se recorrer a franquias - tipo Cultura Inglesa e Kumon - para sustentar a base educativa dos jovens. Ficaria, provavelmente, mais barato e mais vantajoso para todos. Se os desmiolados habituais preferem fingir que ensinam alguma coisa, ao inflar o currículo com banalidades fraudulentas, o governo central pode reagir com outros caminhos que levem a juventude ao patamar civilizatório compartilhável com o restante do mundo.
Para os justamente desconfiados da sinceridade dos educatecas forjados pelo PT, PC do B e congêneres que se opõem às mudanças postas em foco, basta indagar a eles se seus próprios filhos estão matriculados nas escolas públicas modais. A resposta, com toda probabilidade será negativa. Esses mandarins da educação são clientes felizes das grandes escolas da rede privada. As maluquices que inventam, e defendem, servem apenas para formar militantes partidários, visando "a grande revolução popular que irá libertar os povos oprimidos do perverso neoliberalismo estadunidense..." Haja saco!
Lista dos 424 que querem Lula candidato!
Há 8 anos
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