Pizzolato era o diretor mais importante do Banco do Brasil durante o governo Lula. Mandava e desmandava, punha e dispunha. Elegante qual um lorde inglês, dizia em alto e bom som que os tempos em que pastava - ou comia untuosos torresmos com cabelo - haviam passado. Fugiu para a Europa quando descobriram suas falcatruas no mensalão. Sentou praça na Itália dos antepassados. Imaginou que a mafia ainda mandava na velha bota.
Agora, como o boêmio da canção, ele voltou. A Papuda está em festa.
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Os companheiros comemoram |
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