Mostrando postagens com marcador PC do B. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador PC do B. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 29 de março de 2018

A violência e o PT


As campanhas eleitorais do PT e seus puxadinhos - PC do B, PSOL e outros menos votados - possuem u'a marca em comum: a violência, verbal, física ou ambas ao mesmo tempo. E não só para eleições gerais como, também, em disputas sindicais, em entidades estudantis e outras mais. Pode-se, mesmo, sem macular a história dessa gente, dizer que a violência está no DNA do petismo. É um traço totalitário inerente à sua natureza mais profunda. Sua matriz se encontra no comunismo, tal qual foi entendido por Marx, Lenine e Stalin e que, depois, foi incorporado pelo fascismo e pelo nazismo. O comunismo, de fato, antecede historicamente a defesa e a prática da violência como estratégia política. Apenas para recordar, a revolução comunista russa se deu em 1917; já o fascismo italiano se fez vitorioso em 1922 e a subida dos nazistas ao poder, na Alemanha, só viria a ocorrer em 1933.

As afinidades programáticas do comunismo com o fascismo e o nazismo são, portanto, bem conhecidas. A grande pensadora judia Hannah Arendt demonstrou exaustivamente tais fatos em seu precioso estudo As origens do totalitarismo. Não há como ignorá-lo nem dele divergir. 

O petismo já foi identificado como manifestação tardia do comunismo (essencialmente totalitário, repita-se), na periferia do mundo ocidental. O curioso é que tenha sobrevivido até o presente momento, apesar da ruptura do bloco soviético. Com o desmonte dos regimes ideologicamente vinculados à antiga União Soviética, restou ao PT e seus asseclas o culto nostálgico de países e lideranças ditatoriais ainda existentes em pouquíssimos lugares do planeta, como é o caso de Cuba, Coreia do Norte, satrapias africanas e, em menor escala de intensidade, a China, expressão suprema do capitalismo de estado totalitário. 

Chega a ser patético que um dos mais trêfegos puxadinhos do PT - o PC do B - ainda mantenha um culto quase que religioso ao grande irmão da Coreia do Norte, uma das excrescência mais notáveis do largo portfólio de devoções dessa gente. Cabe rememorar, nem que seja para indicar o grau de insanidade desses comunistas um tanto abilolados, a maneira como se referiam à balcânica Albânia (sociedade tribal de criadores de cabras), e a seu líder Enver Hoxa: o farol do socialismo! Deve existir alhures alguém que consiga explicar tal subserviência. Talvez a psicanálise ofereça algum recurso para tal. Afinal de contas, chamar os líderes de "grande timoneiro", "inefável irmão", "maravilhoso e sábio condutor", "painho de Garanhuns" e outras denominações mais para o ridículo do que para o cômico, deve ter algum fundamento teratológico. Talvez, quem sabe, uma resultante da ausência do pai na constelação familiar. A bastardia materialmente real se superaria com a figura de um Grande Pai simbólico. Num país como o Brasil, em que ao menos 40% das famílias são chefiadas por mulheres, a presença do pai é desejada  como nunca se viu antes na história brasileira.  

segunda-feira, 8 de agosto de 2016

Escola sem partido = Escola sem PT


O PT não é o que de pior poderia acontecer a estudantes em termos de deformação espiritual. A estupidez, aí sim, granítica, está com outros fanáticos de agrupamentos tipo PSOL, PSTU, PCB, Rede e Causa Operária mas, principalmente, com os trogloditas do PC do B. Pessoas comuns jamais acreditariam que a Albânia fosse o "farol do socialismo"; muito menos que a Coréia do Norte fosse o ápice da democracia, verdadeira antecâmara do paraíso comunista. Para quem tiver alguma dúvida a respeito de tais figuras e seu modo de pensar, basta visitar o site Vermelho, do PC do B. Essa gente é uma prova viva de quão inexorável é a entropia, à qual estamos condenados, caso não se desenvolvam outros paradigmas organizacionais.   

segunda-feira, 30 de maio de 2016

Dilma é praga do Brizola


Em entrevista dada à Folha de São Paulo, dona Dilma se superou. A brizolenta criatura afirmou com todas as letras:

“Nós vamos pagar o pato do pato. Porque quem paga o pato, quando não se tem imposto num país, é a população”. 

Essa dama balofa, inculta e feia ainda proclama que é economista. Décadas dentro dos palácios (na prefeitura de Porto Alegre, no governo do Rio Grande do Sul e no Planalto), e ela não aprendeu nada. 

Petistas, ouçam a voz da razão. Fiquem livres da criatura de Lula. Mandem-na para o PC do B. Lá ela encontrará seus iguais. Gente como as tenebrosas Graziotin, Perpétua e outras centenas de bruacas indigestas. Além de poder compartilhar uma tapioca eventual e um caldo de cana com esse gigante, o deputado Orlando Silva.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Lacerdinhas, Amintinhas e dilmazicas

Oi, Dilma!


No período em que Carlos Lacerda foi governador da Guanabara e Amintas de Barros prefeito de Belo Horizonte, as árvores das vias públicas sofreram um ataque de pragas. Eram pequenas lagartas que caíam sobre os transeuntes e provocavam grande ardor nos olhos. A verve popular homenageou os então governador e prefeito dando seus nomes ao incômodo inseto: lacerdinhas e amintinhas. 

Agora, no decorrer dessa verdadeira pandemia provocada pelo mosquito Aedes Egypti (vetor de inúmeros malefícios), nada mais justa que laurear essa mulher estúpida que governa (?) o Brasil, dando à praga o nome de Zicadilma. 

Se na atualidade essa dona e seus seguidores fazem a merda que fazem, imagine-se o que seria do país se eles tivessem ganhado a guerrilha contra os militares quatro décadas atrás. Estaríamos, sem qualquer dúvida, no mesmo nível de Cuba, Coréia do Norte e algumas ditaduras primitivas da África negra. 

A Albânia, que a turma do PC do B chama de "farol do socialismo", parece que se safou da enrascada. As pavorosas damas que representam o PC do B no Congresso Nacional são a imagem viva do destino, até aqui postergado, a que estaríamos condenados caso tais malucos fossem vitoriosos naqueles tempos bicudos (quem duvidar, assista às sessões do Senado e Câmara dos Deputados, onde elas pontificam histericamente, com ou sem pretexto). Só a título de fantasia, suponha o cidadão acordar pela manhã e deparar-se com uma dessas criaturas a ronronar docemente a seu lado na cama. O suicídio será a mais forte das hipóteses de ação imediata. Outra possibilidade sensata é recorrer a um padre exorcista. Também pode-se levantar silenciosamente, vestir uma roupa qualquer e sair de casa em desabalada carreira.  

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

O "cantor" do PC do B (O Antagonista)


(Do cantor David Bowie, que morreu, ao cantor Orlando Silva, que é muito vivo).

Em junho de 2014, durante a campanha eleitoral, João Vaccari Neto e o presidente da OAS, Léo Pinheiro, trocaram mensagens. João Vaccari Neto escreveu:
- “Ouça a música do cantor Orlando Silva”.
O empreiteiro respondeu:
- “Ligo pra ele”.

No dia seguinte, Vaccari enviou-lhe mais uma mensagem:

- “Conserte as duas faixas arranhadas, caso tenha solução”.

Segundo a coluna Painel, da Folha de S. Paulo, "Orlando Silva, deputado pelo PC do B, não recebeu recursos da OAS, mas a Direção Nacional da sigla foi contemplada com R$ 600 mil logo após as mensagens, em agosto de 2014".


sábado, 9 de janeiro de 2016

Coreia do Norte testa o mundo (Editorial do Estadão)



Os malucos da Coreia do Norte, ao que parece, teriam explodido uma bomba de hidrogênio. O mundo civilizado reagiu questionando o gesto belicoso dos norte-coreanos. Obviamente, no entanto, receberam alguns apoios, como não podia deixar de ser. Dentre deles, da companheirada do PC do B, nostálgicos dos tempos gloriosos do camarada Stalin. O ministro da Defesa brasileiro, um médico do PC do B, não ousou se manifestar a respeito do fato. Deve ter entrado em estado de cataléptico gozo solitário. É esse tipo de gente que se responsabiliza (?) pela segurança nacional. 

O velho partido comunista tem outras contribuições notáveis à causa pública. Para ficar tão somente no exemplo mais patético, não custa relembrar, sempre, o caso da tapioca comprada pelo então ministro dos Esportes (Orlando Silva, do PC do B), numa feira de rua em Brasília. Pagou a conta com o cartão de crédito corporativo destinado a situações especiais por parte das autoridades. Ah, é bom frisar: a fatura era de meros R$5 reais. Consta que havia também um caldo de cana envolvido, mas este o dono da barraca deixou de brinde, nada cobrando do poderoso ministro. 

Dizem que os comunistas do Brasil, devotados apoiadores do regime norte-coreano, andam agora a defender a crença a respeito do unicórnio, um ser que só existe naquela parte do mundo. Agora, que uma fálica criatura com as cores do arco íris é bem esquisita, lá isso é.  
Unicórnio gay com bomba H
  

Segue abaixo o editorial do Estadão a respeito da última façanha da Coreia do Norte.

....................................................................

"O teste nuclear realizado pela Coreia do Norte no dia 6 de janeiro expôs mais uma vez a fragilidade dos controles internacionais perante um país autoritário e que se esforça por se isolar cada vez mais, sem qualquer compromisso com o bem-estar de sua população e com a estabilidade regional. As sanções impostas pela ONU desde 2006 à Coreia do Norte, quando fez seu primeiro teste atômico, foram insuficientes para limitar os arroubos de grandeza de Kim Jong-un, líder do “Reino Ermitão”, o país mais isolado do mundo. Urge uma resposta internacional rápida e contundente a essa irresponsabilidade.

Segundo o governo norte-coreano, foi feito um teste de bomba de hidrogênio ou bomba termonuclear. Trata-se de uma arma mais potente e que exige menos espaço que uma ogiva nuclear normal. Por exemplo, o primeiro teste de bomba-H, feito pelos EUA em 1952, liberou energia equivalente a 10 megatons de TNT, cerca de mil vezes mais do que a bomba atômica lançada contra Hiroshima em 1945.

Autoridades internacionais questionam a informação oficial do governo norte-coreano. A Organização do Tratado de Proibição Completa de Testes Nucleares (CTBTO) indicou que o “evento sísmico” registrado no último dia 6 na Coreia do Norte é condizente com o artefato testado pelo país em 2013, que não foi uma bomba-H. O governo americano também levantou dúvidas quanto à veracidade da informação divulgada por Pyongyang. Segundo a Casa Branca, as análises iniciais “não são consistentes” com uma bomba-H. O Serviço Geológico dos EUA registrou terremoto de 5,1 graus na escala Richter no nordeste da Coreia do Norte.

O evento do dia 6 de janeiro exige da comunidade internacional uma resposta efetiva sobre o tipo de bomba nuclear efetivamente testado. Trata-se, afinal, do quarto teste nuclear – em 2006, 2009, 2013 e 2016 – de um país que se empenha em desprezar as regras internacionais.

Como afirmou o presidente americano, Barack Obama, o teste nuclear norte-coreano “constitui uma nova violação das obrigações e compromissos sob a legislação internacional, entre elas várias resoluções do Conselho de Segurança da ONU”.

Em reunião de emergência, o Conselho de Segurança da ONU qualificou como uma “clara ameaça à paz mundial” o teste nuclear da Coreia do Norte e anunciou que trabalhará “imediatamente” para adotar uma nova resolução de condenação. Segundo a entidade, o teste não viola apenas as resoluções da ONU, mas também o regime de não proliferação nuclear buscado pela comunidade internacional. O Conselho lembrou ainda que, em outras ocasiões, as Nações Unidas já tinham ameaçado adotar novas “medidas significativas” caso Pyongyang continuasse com os testes nucleares.

O programa atômico norte-coreano começou nos anos 60 com apoio da Rússia e da China durante o governo de Kim Il-sung – avô do atual líder –, que instaurou uma dinastia comunista no país. Nos anos 80, Pyongyang deu os primeiros passos em direção ao desenvolvimento de armas atômicas. Desde 2006, a ONU sanciona a Coreia do Norte tanto pelos testes nucleares realizados quanto pelo programa de mísseis balísticos que desenvolve.

É preciso reconhecer que a lógica do regime norte-coreano escapa à argúcia dos melhores analistas. A irresponsabilidade talvez seja a principal marca do governo, cujo discurso baseia-se numa ideologia socialista autossuficiente (“juche”). Não dá satisfações à população nem ao restante do mundo. A comunidade internacional precisa, portanto, agir com prudência, mas sem hesitações.

Nesse difícil tabuleiro, a China tem especial responsabilidade, por suas históricas relações com o país. Em 2013, Pequim apoiou no Conselho de Segurança da ONU as sanções contra a Coreia do Norte. Agora, é preciso terminar de vez com qualquer resto de dubiedade".
·        






terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Aroeira, madeira de dar em doido


A última façanha do petismo e seus aliados foi a demissão de 60 mil servidores em Minas Gerais, a maioria vinculada ao setor educacional. 

Parabéns, PT. Parabéns, PC do B. A juventude mineira e, especialmente, as crianças sabem agora que estão em boas mãos. As famílias pobres e negras, então, devem estar exultantes com a valorização das escolas públicas estaduais. 

A pelegada sindical subserviente mostrou, mais uma vez, a que veio. Conforme disse outro dia um daqueles aiatolás malucos, a propósito da repressão do governo da Arábia Saudita aos xiitas, o castigo de Alá virá a cavalo. Daqui a nove meses - tempo necessário a um parto - acontecerão eleições municipais. Madeira de dar em doido vai descer até quebrar, como cantava Vandré nos velhos bons tempos.

Que os professores e famílias ajudem a não eleger novamente os aliados dos sacripantas que ainda estão no governo estadual e federal.

quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

Plebiscito e Tribunal de Nuremberg


A pelegada sindical, os grupos de parasitas que gravitam em torno do PT, e seus mirmídones alojados em outros partidecos, como é o caso do PC do B, passaram a exercitar uma das maiores contradições que existem: o protesto a favor. 

Afora a graça intrínseca do evidente oxímoro, aqueles que se dispõem a fazer tal loucura não se dão ao trabalho de ler as últimas pesquisas realizadas por institutos sérios e tradicionais, como o Ibope e o Datafolha. Aliás, se tivessem um mínimo de senso de realidade, nem precisariam consultar os fatos e os dados disponíveis. Bastaria andar pelas ruas das cidades, fazer pouso em qualquer botequim, ou estacionar nas filas dos hospitais, dos ônibus e da previdência social e, então, apurar os ouvidos. Os resmungos explícitos de gente de todas as idades, caso ajuntados, formariam um tsunami de reprovação a Dilma, ao PT e a todos, direta ou indiretamente, ligados a tão esquisita criatura.   

Considerando a margem de erro da última pesquisa divulgada pelo Ibope (mais, ou menos, 2%), dona Dilma estaria com um percentual de aprovação - 7% - na mesma ordem da proporção dos comensais da orgia petista. Os parasitas (somados em todo o Brasil) não ultrapassam esse número, 7%, o que dá respeitável credibilidade aos números encontrados. Os mais de 90% restantes devem ser, por óbvio, compostos pelos golpistas, pelas classes dominantes, pelos exploradores da mais-valia alheia, enfim, por todos aqueles que “injustamente”, é bom reiterar, obnubilados pelos sortilégios da "mídia", querem ficar livres da madame.

Assim, em pleno dia de trabalho, a pelintragem sindical que gosta de fazer tudo, menos trabalhar, se propõe azucrinar a vida dos cidadãos ordeiros, marchando ao estilo dos "camisas negras" de Mussolini - atochados de tubaína e de mortadela - pelas ruas centrais das grandes cidades. Arriscam-se, contudo, a serem "ovo-acionados" por aqueles que não suportam mais a situação atual. 

Respeitável ministro do STJ acabou de traduzir o sentimento unânime dos brasileiros honestos, que ainda os há: Basta! O Brasil se cansou de ser apunhalado pelas costas por esse bando de vigaristas profissionais que dilapidam o país. 

O povo brasileiro deveria ser convocado para que, através de um plebiscito, decidisse coletivamente sobre seu apoio, ou não, ao impeachment de dona Dilma. Isso, sim, seria o puro exercício da democracia direta. As condições tecnológicas para processar os resultados em curto espaço de tempo estão dadas. A sociedade está politicamente mobilizada para decidir a respeito. Só aqueles vigaristas de pendor totalitário, que gostam muito de falar em nome do povo, ficariam contra. A vasta maioria, ao contrário deles, gostaria de opinar e de votar.

E se for possível adicionar outra pergunta, ela seria absolutamente bem vinda: O povo brasileiro apoiaria a criação de um “Tribunal de Nuremberg”, só para julgar os crimes desses parasitas? Sim ou Não?
    

sexta-feira, 16 de outubro de 2015

Diferenças relevantes


Inúmeras vezes ficamos a procurar o fundamento das diferenças entre brasileiros e americanos. Sabe-se agora que não é  difícil encontrar a explicação. Bastava uma olhada nos currículos dos respectivos ministros da Defesa. 

Alguém já imaginou o Brasil com uma bomba atômica?

Certamente receberia orientação de Kim Jong-un, o porquinho da Coréia do Norte.


segunda-feira, 21 de setembro de 2015

PT e a matriz de sua corrupção


O jurista Modesto Carvalhosa considera que o "PT estabeleceu uma estrutura de corrupção para se manter no poder". Sim, é verdade que isso aconteceu. Tal prática, no entanto, não passou de resultado natural e necessário, uma espécie de crônica de uma morte anunciada, pelo fato do PT ser aquilo que é.

O PT, e seus congêneres, têm a corrupção no DNA. Sua organização, desde o início, se escorava em dinheiro público: o imposto sindical. O montante dessa grana, hoje, se expressa em bilhões de reais ao ano. Antigamente os sindicatos se devotavam a fazer, além da costumeira representação institucional dos trabalhadores, a prestação de serviços - jurídico, educacional, recreativo etc. - às diferentes categorias profissionais então existentes. A pelegada se contentava com a cobiçada função de vogal na Justiça do Trabalho.

Agora, não. A expansão da economia e a entrada de novos atores - funcionalismo público, por exemplo - mostrou aos olhos cúpidos dos pequenos malfeitores que infestavam o ambiente sindical, que havia uma fonte quase inesgotável e virgem passível de ser utilizada para financiar as atividades políticas partidárias. Lançaram-se, então, a ocupar o máximo do campo de caça, disputando com outros agrupamentos de esquerda o controle de um dinheiro sobre o qual não se precisava prestar contas. Isso mesmo, não é só a OAB quem está livre do dever de se explicar frente ao TCU; os sindicatos, igualmente, gozam desse privilégio corporativo. 

Ora, seria ingenuidade colocar gente do tipo Vacari, Delúbio, Lula, Berzoini, Gushiken e outros, tomando conta do cofre e achar que eles não fariam uso ilícito do dinheiro. A situação se agrava por um motivo adicional. As eleições sindicais são fraudadas. Uma oposição eventual só consegue vencer por absoluta incompetência ou desinteresse dos que controlam o sindicato. Caso notório e similar é o domínio que o PC do B tem de entidades estudantis. A UNE é um aparelho partidário há décadas. As regras para sua eleição são uma piada de mau gosto. Só falta declarar que "é obrigatória a afiliação do pretendente ao PC do B". 

Uma das mudanças fundamentais no financiamento eleitoral é obrigar os sindicatos a prestarem contas ao TCU e punir severamente os desvios que eles cometem, há tanto tempo que muito dele ainda passará, até que a boca torta pelo uso do cachimbo se endireite. 

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

O porquinho engorda
















Fiscalizando o pasto na Coréia do Norte, o egoísta obeso - Kim jong-un - é acompanhado por três cães de guarda em visível estado de fome grave. Pelas regras do regime, somente o gordalhufo pode papar a grama (sem babar, é claro). Esse tipo de gente é o modelo que o PC do B quer implantar no Brasil. 

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Sonho de consumo do PC do B


Na Coréia do Norte é assim: o chefe peidou, todo mundo fica de joelhos para aspirar um pouco do cheirinho. Se o chefe está gripado, todo mundo fica espirrando com lenço na mão. A imagem abaixo do tal Kim, ídolo do PC do B, batendo palmas é de um ridículo atroz. Os capachos o imitam na hora. 











Vistos de longe, parecem-se com soldadinhos de chumbo produzidos em série em algum fundo de quintal.

domingo, 16 de agosto de 2015

Milionário (Lula) e Zé Rico (Dirceu)

Triste o destino da crasse trabalhadora. Está sempre tomando um pau na moleira, vítima preferencial dos espertalhões de plantão que brotam por todo lado. Dois dos maiores patifes já nascidos no Brasil criaram um partido político para combater a burguesia. Agora se sabe, pelo andar da Lava Jato, que o milionário (Lula) e o Zé Rico (Dirceu) queriam, mesmo, é se dar bem na vida. Enquanto os manés ganhavam uma merrequinha, cala boca fácil de ser distribuído, a dupla dinâmica acumulava pixulecos de montão. 

Só o PC do B, talvez pela obtusidade granítica, se contentava com uma tapioca e um caldo de cana ali da feira.

Verdade seja dita, no entanto, que a adorável dupla sertaneja original não merecia ser plagiada pela dupla cover de gatunos, cuja estrada da vida terminará um dia no inferno.

quarta-feira, 12 de agosto de 2015

O amigão esquisito do PC do B

Fala, santa...
















O ditador da Coreia do Norte, Kim Jong-un, ordenou o fuzilamento de vice-primeiro-ministro, Choe Yong-on, segundo informou nesta quarta-feira a agência sul-coreana de notícias Yonhap. A informação ainda não foi confirmada pelo serviço de inteligência da Coreia do Sul, mas a agência cita fontes anônimas do governo de Seul. A nova execução ordenada pelo ditador norte-coreano seria mais um indício de que Kim estaria enfrentando resistências no núcleo duro do regime norte-coreano e estaria tentando se impor pela força.

Segundo a fonte anônima, Choe foi executado em maio após mostrar sua inconformidade com relação à política florestal do ditador norte-coreano. O vice-premiê tinha de 63 anos e também era um ex-representante para a cooperação Norte-Sul.


Neste ano, o Serviço Nacional de Inteligência (NIS) sul-coreano garantiu que Kim reforçou seu domínio com uma brutal política de expurgos que inclui a execução recente de cerca de 70 membros de alta categoria do partido único que governa o país e do Exército Popular. Entre estas execuções estaria a do ex-ministro de Defesa, Hyun Yong-chol, que segundo membros do NIS morreu com fogo de artilharia.

No final de 2013, Kim Jong-un ordenou a execução de seu tio, Jang Song-thaek (casado com sua tia, Kim Kyong-hui), por "traição". Jang chegou a ser considerado como a segunda figura mais poderosa do regime e neste caso a Coreia do Norte tornou pública sua execução, algo muito pouco habitual. Kim Jong-un chegou ao poder depois que seu pai, Kim Jong-il, faleceu em dezembro de 2011 e se transformou assim no terceiro membro da saga iniciada por Kim Il-Sung (1912-1994), fundador da Coreia do Norte e considerado hoje em dia "presidente eterno" do país, conhecido pelo culto exacerbado com seus líderes.

terça-feira, 11 de agosto de 2015

O patético PC do B


A tigrada do PC do B acha, com alguma razão, que o Brasil é feito de babacas e desmemoriados. Resolveram (não é piada), organizar atos pela "legalidade e pela democracia", a fim de defender o moribundo governo Dilma, do qual são comensais e fiadores, aliás, mais caninamente fiéis que os próprios petistas. E que defesa da "legalidade e da democracia" é essa? 

O PC do B, sempre é bom relembrar, é o mesmo que tem a inaudita coragem de defender algumas das mais torpes ditaduras do mundo. A Coréia do Norte é seu ícone e seu modelo de sociedade. Quem se der ao trabalho de fazer uma rápida pesquisa pela internet verá que, até canibalismo vem sendo praticado naquelas terras bárbaras, governada por uma dinastia de malucos há quase setenta anos. 

O PC do B, evidentemente não poderia se comportar de outra maneira. Ele traz no seu DNA a comprovação de sua natureza. Na famigerada guerrilha do Araguaia, ali no início dos anos 70 do século passado, sob o comando de gente como José Genoíno (só podia ser), levaram para encontro com a morte um punhado de jovens absolutamente despreparados para sobreviver na selva e, ainda mais, sem adequada logística para sustentar operações militares guerrilheiras como pretendiam. O vício da representação presumida, do qual se achavam imbuídos, levou-os a uma aventura catastrófica, cujo preço é amplamente conhecido nos dias de hoje.

Os resultados concretos do projeto não poderiam ser diferentes dos obtidos, quando a tropa mambembe enfrentou a dura e profissional repressão do regime militar. Salvaram-se, escafedendo-se, como sempre acontece, alguns dos que comandavam o tropical exército brancaleônico dos comunistas do Brasil, deixando os demais incautos entregues à própria sorte. 

Não vale nem a pena qualquer referência adicional à estreiteza mental dos quadros partidários do PC do B, que pode ser avaliada pela compra - com cartão de crédito corporativo - de uma tapioca e um caldo de cana numa feira em Brasília, por parte de Orlando Silva, então ministro dos esportes. A despesa, certamente, não passaria de cinco reais. Qualquer pessoa traz no bolso quantia superior a esta. Mas o hábito, este tirano, como dizia Montaigne, levou Sua Excelência a sacar do bolso o cartão e exibi-lo triunfante a um bando de deslumbrados com a glória efêmera do poder.

Essa gente, agora, diz que quer defender a "legalidade e a democracia", metáfora para a manutenção na presidência de outra pacóvia, Dilma Rousseff, que se sair do PT é digna de adentrar nas fileiras repletas de corações valentes homiziados no velho partido de Stálin.   

domingo, 26 de julho de 2015

Partido dos Trabalhadores: nome é sina


Pela primeira vez, em quatro anos, a Coreia do Norte foi às urnas neste domingo (19 de julho) para suas eleições locais.

Mas como são as eleições num país apontado em diversos rankings internacionais como um dos mais totalitários e corruptos do mundo e que é governado pela mesma família desde 1948? Fará o pleito jus ao nome oficial de República Popular Democrática da Coreia do Norte?

O que será decidido?

Eleições locais são realizadas na Coreia do Norte desde 1999. A deste domingo teve como objetivo a escolha de governadores, prefeitos e deputados no país com 25 milhões de habitantes.

O número de deputados é decidido pelo tamanho da população de cada região. No último pleito, em 2003, o governo anunciou que aproximadamente 27 mil "intelectuais, trabalhadores, camponeses e tecnocratas" foram eleitos.

Quais são as opções para os eleitores?

A escolha é extremamente limitada. A escolha dos candidatos é determinada pelo Partido dos Trabalhadores, o mesmo do ditador norte-coreano, Kim Jong-un, que assumiu o poder em 2011. Para cargos executivos há apenas um nome na cédula.

Abstenções e votos nulos são considerados atos de traição, o que pode resultar em execução por fuzilamento, por exemplo.

As pessoas vão mesmo às urnas?

Em 2011, na última eleição local, o índice de comparecimento foi de 99,7%, com a agência estatal de notícias justificando a abstenção de 0,3% com o fato de que os ausentes estavam fora do país ou em alto-mar. Algo curioso em um regime que controla rigorosamente o direito de ir e vir de seus cidadãos.

O rol de eleitores é uma forma de o governo controlar possíveis defecções para países vizinhos. "É durante o período eleitoral que o governo descobre quem fugiu", disse um refugiado norte-coreano ao site NK News, especializado em notícias alternativas ao estrito controle estatal.

E Kim Jong-un?

As eleições deste domingo não decidiram a liderança do país, embora a Coreia do Norte também conte com eleições parlamentares.

Na última, no ano passado, Jong-un recebeu 100% dos votos. O gorducho, cujo carão chapado é dona Dilma escarrada, é o sonho de consumo do PT e partidos satélites, como o famigerado PC do B.



Kim Jong-un
Dilma Jong-dois

























A Coréia do Norte é exemplo definitivo da ilimitada capacidade humana de ser estúpida. Talvez sua classe dirigente seja descendente de algum ET cujo disco voador lá aportou. Os aliens, ao que parece, teriam criado uma espécie de zoológico humano e estariam a estudar os bípedes esquisitos lá aprisionados, bem como os resultados de complexas permutações de DNA e dietas variadas a que estão sendo submetidos há quase cem anos.

quarta-feira, 25 de março de 2015

Exércitos unidos da rainha de copas

Dilma no trono







Os exércitos do general Stédile, a serviço da rainha de copas, se reforçam para a batalha decisiva contra o capitalismo neoliberal. Grande contribuição dos craques do PC do B, turma de larga experiência no assunto.

Orcs sobreviventes do Araguaia












O apocalipse se aproxima com a entrada em cena das tropas do marechal Edir. Brancos e morenos, todos de camisas negras, em perfeita ordem, aquartelam-se nos redutos da Igreja Universal do Reino de Deus. Hitler e Mussolini devem estar felizes na vala do inferno onde se hospedam.


Gladiadores do altar











Salve-se quem puder. Os "gladiadores do altar" estão chegando com seus grandes bíceps. E sacolinhas a tiracolo.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Terrorismo e totalitarismo: a necessidade de Hannah Arendt

Os últimos acontecimentos em Paris trazem de novo à luz o debate sobre o totalitarismo e suas diferentes manifestações, como é o caso dos atos terroristas contra a liberdade de pensamento. O Brasil não está fora do escopo de tal análise. As forças políticas hegemônicas no país, capitaneadas pelo PT e PC do B e secundadas por miríade de outras organizações de igual ideário identificadas, tão somente, por uma verdadeira sopa de letrinhas (PSOL, PCO, PSTU etc.), buscam implantar obstinada e disciplinadamente um mundo material, político e espiritual que pouco diferiria do existente nos grotões da América, da Ásia e da África.

Talvez estejamos num daqueles momentos cruciais da história onde uma mudança de rumos é claramente observada. Pior que os atos concretos que resultaram no ataque ao jornal parisiense, é possível observar lideranças e intelectuais, de quem se esperaria o mínimo de lucidez, compactuando com o terrorismo e a barbárie, na luta civilizatória entre lápis e canetas contra granadas e fuzis automáticos.

É necessário voltar a ler Hannah Arendt. A serpente já chocou inumeráveis ovos. Faz lembrar o filme Aliens.

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

A barbárie avança

A estupidez totalitária se fez presente, mais uma vez, no ataque à revista Charlie Hebdo, em Paris, na manhã deste 7 de janeiro de 2015. Doze mortos e mais uma dezena de feridos - isso até agora - além da profunda ferida civilizatória, lesão que atingiu toda a humanidade. O pretexto para a agressão é de uma torpeza ímpar. A revista vítima dos terroristas faz críticas políticas e culturais, dentro da mais lídima tradição ocidental. O humor e a ironia são suas ferramentas. Fanáticos, no entanto, não aceitaram críticas humorísticas ao Islã e a Maomé. Os bárbaros islâmicos não possuem, assim como outros em diferentes lugares, nenhum senso de humor. Qualquer questionamento a suas crenças e a suas devoções corre o risco de ser retaliado com ferocidade. Exemplo famoso está na fatwa (uma espécie de sentença genérica), perpetrada por um aiatolá ensandecido há alguns anos, condenando à morte o famoso romancista indo-britânico Salman Rushdie pela sua obra Versos Satânicos.

A primeira conclusão que se pode tirar do brutal incidente é simples: esse tipo de gente, capaz de matar por divergência ideológica, não está preparada para a democracia constitucional, da maneira como o mundo civilizado a entende. Tal conclusão leva necessariamente à formulação: pode-se ser tolerante com os intolerantes?

A tragédia ocorrida não interessa somente aos franceses. Ainda recentemente bárbaros vinculados ao governismo brasileiro atacaram a redação de VEJA por discordarem de matéria publicada pela revista. O PT, o PC do B e outros partidecos satélites têm defendido posições políticas pouco diferentes daquela abraçada pelos terroristas que aterrorizaram a França. Não se deve esquecer que dona Dilma defendeu o diálogo amistoso com essa gente. 

A censura à imprensa defendida por Berzoini (atual ministro das comunicações e aloprado de carteirinha), tem como referência última a conduta dos terroristas contra a liberdade de imprensa. Seria interessante ouvir uma declaração do atual ministro das Comunicações a respeito dos fatos ocorridos. Talvez seja uma ilusão esperar seu posicionamento. Berzoini jamais fará qualquer condenação contra seus semelhantes. 

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Nota ignóbil e mentirosa do PC do B

"Nota ignóbil e mentirosa do PC do B em louvor à ditadura da Coréia do Norte é um acinte aos democratas brasileiros.

O falecido Kim Jong-Il herdou a ditadura do pai a passou ao filho, Kim Jong-un. Já os elogios do PC do B à tirania de regime cruel e corrupto é um insulto aos democratas.

Deixei passar algo ocorrido anteontem, mas, como sempre digo ao amigo do blog, não tenho qualquer problema em comentar fatos que me pareçam importantes mesmo que com atraso.

No caso, a ignóbil nota do PC do B “solidarizando-se” com o “povo norte-coreano” pela morte do ditador sanguinário, ladrão e assassino chamado Kim Jong-Il, que herdou o poder do pai e o transmitiu ao filho e que administrou um desastre completo: um país voltado à plena militarização, cujo povo passa fome, não tem acesso à maioria dos bens da civilização moderna e há décadas é mantido, sob lavagem cerebral incessante, completamente isolado do mundo.

Um regime cruel, que prende, tortura e mata quem considera adversários. Onde não há representação popular e nem algo parecido a um Judiciário, com uma economia capenga e uma minúscula elite dirigente que, em contrapartida, e às custas do povo, tem vida de xeque árabe.


1) Regime que viola e pisoteia direitos


Não saberia dizer se há outro país no mundo que viola tanto e tão sistematicamente os direitos humanos e pisoteia de forma tão completa os direitos civis mínimos de seus cidadãos como a Coréia do Norte.

E, no entanto, a nota do presidente do PC do B, Renato Rabelo, diz, a certa altura:
“O camarada Kim Jong-Il deu continuidade ao desenvolvimento da revolução coreana, inicialmente liderada pelo camarada Kim Il-Sung, defendendo com dignidade as conquistas do socialismo em sua pátria. Patriota e internacionalista promoveu as causas da reunificação coreana, da paz e da amizade e da solidariedade entre os povos.”


2) “Conquistas do socialismo” num país que passa fome


Quais teriam sido as “conquistas do socialismo” num país em que, comprovadamente, centenas de milhares de pessoas já morreram de fome? Em que não há liberdade de expressão para os cidadãos, liberdade de imprensa, liberdade partidária, liberdade sindical? Que “paz” é essa, num país que dedica mais da metade de seu orçamento a gastos militares e que já desenvolveu a bomba atômica?


Outro trecho da nota do presidente do PC do B parece, realmente, uma piada, uma ironia, de tão mentirosa e cínica:

“Durante toda a sua vida de destacado revolucionário, o camarada Kim Jong-Il manteve bem altas as bandeiras da independência da República Popular Democrática da Coreia, da luta anti-imperialista (sic), da construção de um Estado e de uma economia prósperos e socialistas, e baseados nos interesses e necessidades das massas populares.”


3) A miserável Coréia do Norte é definida como “próspera”


“Estado e economia prósperos”? Maior do que a Coréia do Sul capitalista – tem 120 mil quilômetros quadrados, contra 98 mil – e com população menor (25 milhões no Norte, 49 milhões no Sul), o “Estado e economia prósperos” que a ditadura comunista conseguiu “construir” na infeliz Coréia do Norte tem um Produto Nacional Bruto de raquíticos 40 bilhões de dólares, comparado ao 1,5 trilhão de dólares da riqueza do Sul.

A nota do PC do B é um repositório de cinismo e descaramento e, como sempre recordo, essa gente que pensa desse modo é firme aliada do governo Dilma, do qual detém nacos do poder inteiramente desproporcionais ao desprezível apoio eleitoral de que, felizmente, desfrutam das urnas.

A nota do PC do B é vergonhosa e um acinte aos democratas brasileiros.”

(Copiado, e ligeiramente editado, do blog do Ricardo Setti, em 22/12/2011).


Que todos leiam e contenham sua náusea!



PS: O filhote do Kim pai – o KimKim, ou Kinkinzinho, neto do Kim avô – tem uma carinha que lembra uma raça de porquinhos muito comum nos grotões de Minas Gerais: o Tuim. Cresciam soltos, em amável convivência com gatos, galinhas e, até, cachorros. Vagavam pelos quintais fuçando aqui e ali enquanto sua hora não chegava.