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segunda-feira, 8 de agosto de 2016

Escola sem partido = Escola sem PT


O PT não é o que de pior poderia acontecer a estudantes em termos de deformação espiritual. A estupidez, aí sim, granítica, está com outros fanáticos de agrupamentos tipo PSOL, PSTU, PCB, Rede e Causa Operária mas, principalmente, com os trogloditas do PC do B. Pessoas comuns jamais acreditariam que a Albânia fosse o "farol do socialismo"; muito menos que a Coréia do Norte fosse o ápice da democracia, verdadeira antecâmara do paraíso comunista. Para quem tiver alguma dúvida a respeito de tais figuras e seu modo de pensar, basta visitar o site Vermelho, do PC do B. Essa gente é uma prova viva de quão inexorável é a entropia, à qual estamos condenados, caso não se desenvolvam outros paradigmas organizacionais.   

quinta-feira, 12 de maio de 2016

Dilma: sugestão sincera


O Brasil ficou livre de dona Dilma. Adepta do bolso-marxismo, uma variante exótica da esquerda mais tacanha que há no país, a truculenta criatura poderia ser enviada à Coréia do Norte, como embaixadora perpétua do Brasil junto àquele país.

sexta-feira, 16 de outubro de 2015

Diferenças relevantes


Inúmeras vezes ficamos a procurar o fundamento das diferenças entre brasileiros e americanos. Sabe-se agora que não é  difícil encontrar a explicação. Bastava uma olhada nos currículos dos respectivos ministros da Defesa. 

Alguém já imaginou o Brasil com uma bomba atômica?

Certamente receberia orientação de Kim Jong-un, o porquinho da Coréia do Norte.


segunda-feira, 14 de setembro de 2015

O porquinho engorda
















Fiscalizando o pasto na Coréia do Norte, o egoísta obeso - Kim jong-un - é acompanhado por três cães de guarda em visível estado de fome grave. Pelas regras do regime, somente o gordalhufo pode papar a grama (sem babar, é claro). Esse tipo de gente é o modelo que o PC do B quer implantar no Brasil. 

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Sonho de consumo do PC do B


Na Coréia do Norte é assim: o chefe peidou, todo mundo fica de joelhos para aspirar um pouco do cheirinho. Se o chefe está gripado, todo mundo fica espirrando com lenço na mão. A imagem abaixo do tal Kim, ídolo do PC do B, batendo palmas é de um ridículo atroz. Os capachos o imitam na hora. 











Vistos de longe, parecem-se com soldadinhos de chumbo produzidos em série em algum fundo de quintal.

domingo, 26 de julho de 2015

Partido dos Trabalhadores: nome é sina


Pela primeira vez, em quatro anos, a Coreia do Norte foi às urnas neste domingo (19 de julho) para suas eleições locais.

Mas como são as eleições num país apontado em diversos rankings internacionais como um dos mais totalitários e corruptos do mundo e que é governado pela mesma família desde 1948? Fará o pleito jus ao nome oficial de República Popular Democrática da Coreia do Norte?

O que será decidido?

Eleições locais são realizadas na Coreia do Norte desde 1999. A deste domingo teve como objetivo a escolha de governadores, prefeitos e deputados no país com 25 milhões de habitantes.

O número de deputados é decidido pelo tamanho da população de cada região. No último pleito, em 2003, o governo anunciou que aproximadamente 27 mil "intelectuais, trabalhadores, camponeses e tecnocratas" foram eleitos.

Quais são as opções para os eleitores?

A escolha é extremamente limitada. A escolha dos candidatos é determinada pelo Partido dos Trabalhadores, o mesmo do ditador norte-coreano, Kim Jong-un, que assumiu o poder em 2011. Para cargos executivos há apenas um nome na cédula.

Abstenções e votos nulos são considerados atos de traição, o que pode resultar em execução por fuzilamento, por exemplo.

As pessoas vão mesmo às urnas?

Em 2011, na última eleição local, o índice de comparecimento foi de 99,7%, com a agência estatal de notícias justificando a abstenção de 0,3% com o fato de que os ausentes estavam fora do país ou em alto-mar. Algo curioso em um regime que controla rigorosamente o direito de ir e vir de seus cidadãos.

O rol de eleitores é uma forma de o governo controlar possíveis defecções para países vizinhos. "É durante o período eleitoral que o governo descobre quem fugiu", disse um refugiado norte-coreano ao site NK News, especializado em notícias alternativas ao estrito controle estatal.

E Kim Jong-un?

As eleições deste domingo não decidiram a liderança do país, embora a Coreia do Norte também conte com eleições parlamentares.

Na última, no ano passado, Jong-un recebeu 100% dos votos. O gorducho, cujo carão chapado é dona Dilma escarrada, é o sonho de consumo do PT e partidos satélites, como o famigerado PC do B.



Kim Jong-un
Dilma Jong-dois

























A Coréia do Norte é exemplo definitivo da ilimitada capacidade humana de ser estúpida. Talvez sua classe dirigente seja descendente de algum ET cujo disco voador lá aportou. Os aliens, ao que parece, teriam criado uma espécie de zoológico humano e estariam a estudar os bípedes esquisitos lá aprisionados, bem como os resultados de complexas permutações de DNA e dietas variadas a que estão sendo submetidos há quase cem anos.

quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

Por que as ditaduras duram tanto? (Leandro Narloch)

"Os líderes da Coreia do Norte parecem ter saído de um filme de comédia ou ficção científica, mesmo assim estão tranquilos no poder do país há 66 anos. Em Cuba, não há perspectiva de democracia mesmo se houver reformas econômicas e fim do embargo. Por que ditaduras, mesmo as mais patéticas e improducentes, são tão duradouras?
A resposta mais comum mira na capacidade do ditador de aterrorizar dissidentes ou ameaçá-los com retaliações econômicas. Norte-coreanos suspeitos de conspiração são logo executados; opositores cubanos perdem privilégios (como o emprego na universidade ou a vaga num ponto de táxi) e ganham cargos insalubres no interior do país.
Um artigo da última edição do Journal of Public Choice dá mais uma explicação – e uma explicação curiosa. Revoluções contra regimes tiranos são raras por causa do problema de ação coletiva, o mesmo fenômeno que facilita a pesca excessiva nos oceanos ou que leva moradores de condomínios com conta coletiva de água a gastarem mais.
O problema clássico da ação coletiva consiste no seguinte: diante de bens coletivos, as pessoas nem sempre agem individualmente como seria melhor para elas coletivamente.
Para os pescadores, é melhor que todos deixem de pescar durante a desova, de modo que o bem público (os cardumes) seja preservado. Individualmente, porém, é mais vantajoso pescar a qualquer hora contanto que os demais não pesquem no período de desova. Se a maior parte dos pescadores cooperar, os cardumes serão preservados também para o Gerson que pescou quando não deveria.
Do mesmo modo, para evitar sustos na conta de água do condomínio, é bom que a maior parte dos moradores economize. No entanto, se um morador passar uma hora no banho enquanto os outros se limitarem a 5 minutos, no fim do mês ele pagará a mesma parcela da conta de água que os vizinhos.
Os bens públicos costumam ser “não excludentes” – o benefício que eles fornecem é dividido entre todos os cidadãos, inclusive aqueles que não contribuíram. Por isso há pouco incentivo para cada indivíduo cooperar. Sem garantia da participação dos outros, pouca gente coopera. O resultado é a “tragédia dos comuns”. Todos pescam demais, e os peixes acabam. Todos gastam muita água, e os dígitos proliferam na conta do condomínio.
A revolução contra uma ditadura também é um bem público – e sofre do mesmo problema. Coletivamente, seria melhor se todos os cidadãos sob um regime opressor se revoltassem. Individualmente, porém, é mais vantajoso ficar em casa assistindo Sessão da Tarde enquanto os outros cidadãos arriscam a vida no movimento rebelde.

Se a revolução fracassar, quem ficou em casa não correu o risco de vida ou de retaliação econômica. Se a revolução for vitoriosa, o benefício que ela trouxer será dividido entre todos os cidadãos – inclusive aqueles que permaneceram no sofá. Como um incentivo desses, ninguém se revolta. O bem público – a revolução – desaparece. E a ditadura continua.
Para o economista alemão Thomas Apolte, autor do estudo, a tirania, a miséria ou a desigualdade social de um país não são incentivos suficientes para a queda de ditaduras. “É a estrutura dos mecanismos de comprometimento que é decisiva para explicar revoluções”, diz ele.
A análise das revoluções a partir da teoria dos jogos não é nova. Num artigo de 1971, Gordon Tullock, um dos grandes economistas do último século, chegou a afirmar que boa parte da literatura sobre revoluções precisa ser revista. Historiadores e jornalistas que escreveram sobre o assunto, diz ele, se concentraram demais na situação de um país antes da queda do regime. Mas isso, para Tullock, é pouco relevante se comparado ao balanço entre recompensas e castigos privados dos potenciais revolucionários. “Revolução é assunto de uma literatura elaborada e volumosa e, se eu estiver certo, toda essa literatura está errada”, diz ele.
Uma vítima fácil da teoria dos jogos é a ideia marxista de luta de classes. Ao acreditar que grupos ou classes agem como indivíduos, Marx caiu na falácia de composição – o erro de acreditar que o todo tem a mesma propriedade que a parte. Para a tristeza de cubanos e norte-coreanos, indivíduos nem sempre agem como seria bom para o grupo ao qual pertencem."

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Nota ignóbil e mentirosa do PC do B

"Nota ignóbil e mentirosa do PC do B em louvor à ditadura da Coréia do Norte é um acinte aos democratas brasileiros.

O falecido Kim Jong-Il herdou a ditadura do pai a passou ao filho, Kim Jong-un. Já os elogios do PC do B à tirania de regime cruel e corrupto é um insulto aos democratas.

Deixei passar algo ocorrido anteontem, mas, como sempre digo ao amigo do blog, não tenho qualquer problema em comentar fatos que me pareçam importantes mesmo que com atraso.

No caso, a ignóbil nota do PC do B “solidarizando-se” com o “povo norte-coreano” pela morte do ditador sanguinário, ladrão e assassino chamado Kim Jong-Il, que herdou o poder do pai e o transmitiu ao filho e que administrou um desastre completo: um país voltado à plena militarização, cujo povo passa fome, não tem acesso à maioria dos bens da civilização moderna e há décadas é mantido, sob lavagem cerebral incessante, completamente isolado do mundo.

Um regime cruel, que prende, tortura e mata quem considera adversários. Onde não há representação popular e nem algo parecido a um Judiciário, com uma economia capenga e uma minúscula elite dirigente que, em contrapartida, e às custas do povo, tem vida de xeque árabe.


1) Regime que viola e pisoteia direitos


Não saberia dizer se há outro país no mundo que viola tanto e tão sistematicamente os direitos humanos e pisoteia de forma tão completa os direitos civis mínimos de seus cidadãos como a Coréia do Norte.

E, no entanto, a nota do presidente do PC do B, Renato Rabelo, diz, a certa altura:
“O camarada Kim Jong-Il deu continuidade ao desenvolvimento da revolução coreana, inicialmente liderada pelo camarada Kim Il-Sung, defendendo com dignidade as conquistas do socialismo em sua pátria. Patriota e internacionalista promoveu as causas da reunificação coreana, da paz e da amizade e da solidariedade entre os povos.”


2) “Conquistas do socialismo” num país que passa fome


Quais teriam sido as “conquistas do socialismo” num país em que, comprovadamente, centenas de milhares de pessoas já morreram de fome? Em que não há liberdade de expressão para os cidadãos, liberdade de imprensa, liberdade partidária, liberdade sindical? Que “paz” é essa, num país que dedica mais da metade de seu orçamento a gastos militares e que já desenvolveu a bomba atômica?


Outro trecho da nota do presidente do PC do B parece, realmente, uma piada, uma ironia, de tão mentirosa e cínica:

“Durante toda a sua vida de destacado revolucionário, o camarada Kim Jong-Il manteve bem altas as bandeiras da independência da República Popular Democrática da Coreia, da luta anti-imperialista (sic), da construção de um Estado e de uma economia prósperos e socialistas, e baseados nos interesses e necessidades das massas populares.”


3) A miserável Coréia do Norte é definida como “próspera”


“Estado e economia prósperos”? Maior do que a Coréia do Sul capitalista – tem 120 mil quilômetros quadrados, contra 98 mil – e com população menor (25 milhões no Norte, 49 milhões no Sul), o “Estado e economia prósperos” que a ditadura comunista conseguiu “construir” na infeliz Coréia do Norte tem um Produto Nacional Bruto de raquíticos 40 bilhões de dólares, comparado ao 1,5 trilhão de dólares da riqueza do Sul.

A nota do PC do B é um repositório de cinismo e descaramento e, como sempre recordo, essa gente que pensa desse modo é firme aliada do governo Dilma, do qual detém nacos do poder inteiramente desproporcionais ao desprezível apoio eleitoral de que, felizmente, desfrutam das urnas.

A nota do PC do B é vergonhosa e um acinte aos democratas brasileiros.”

(Copiado, e ligeiramente editado, do blog do Ricardo Setti, em 22/12/2011).


Que todos leiam e contenham sua náusea!



PS: O filhote do Kim pai – o KimKim, ou Kinkinzinho, neto do Kim avô – tem uma carinha que lembra uma raça de porquinhos muito comum nos grotões de Minas Gerais: o Tuim. Cresciam soltos, em amável convivência com gatos, galinhas e, até, cachorros. Vagavam pelos quintais fuçando aqui e ali enquanto sua hora não chegava.

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Morre Kim Jong Il, baluarte do Socialismo, da Democracia e da Paz no Mundo

(Escrito por Emmanuel Goldstein, do blog VanguardaPopular)


“CAMARADAS!

Sentimos profundamente a morte do camarada Kim Jong Il, nosso melhor amigo, líder e guia incomparável.É imensa e irreparável a nossa perda. Para todos nós a vida do camarada Kim simbolizava o futuro feliz e radioso, significava a certeza de outro mundo possível, em que os homens se verão definitivamente livres da exploração pelo próprio homem.

A morte do camarada Kim é, por isso, uma perda excepcionalmente pesada, não apenas para o bravo povo Norte-Coreano, que, graças ao companheiro Kim, se libertou das cadeias da escravidão capitalista, mas também para os trabalhadores do mundo inteiro, para os maconheiros da USP e para toda a humanidade progressista.

MAS, comunistas, modestos discípulos do grande Kim, o sol da democracia proletária, cabe-nos o dever de saber transformar a nossa dor em energia criadora para prosseguirmos sem desfalecimentos pelo caminho que nos indicou Kim, o Caminho da libertação dos Povos oprimidos pelo capitalismo, o caminho da vitória do Socialismo e do Comunismo no mundo inteiro.

A memória gloriosa do grande Kim permanecerá eternamente viva no coração do Povo Brasileiro que, dirigido pelo glorioso Partido VanguardaPopular, armado com os sábios ensinamentos recebidos do camarada Kim, luta com vigor crescente pela implantação do socialismo groucho-marxista em nossa Pátria e contra os traidores burgueses que vendem o Brasil aos imperialistas ianques.

Tudo faremos para honrar a sagrada memória do camarada Kim, lutando com maior audácia e firmeza pela causa do Socialismo, da Democracia e da Paz Mundial!

Ódio e morte aos imperialistas norte-americanos! VIVA KIM JONG-IL!”

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IMPAGÁVEL! Realmente, a manifestação da VanguardaPopular é muito superior àquela do PC do B. Numa última homenagem, o partido mais stalinista do Brasil vai se chamar, doravante, de PC do K (PC do Kim).

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

PT disputa com PMDB vaga de Kim Jong-il

"A estatal KCTV divulgou um vídeo que mostra que Kim Jong-il fez 69 e faleceu.

PYONGYANG - A presidenta Dilma Rousseff divulgou uma nota de pesar pelo falecimento de King Jong-Il, Grande Líder do povo bom e amigo da Coreia do Norte, dizendo que "após a saída de Fátima Bernardes do Jornal Nacional, o mundo passou a direcionar os olhares para a Coreia do Norte em busca de tendências estético-capilares e do uso criativo do laquê. É uma perda lastimável de um penteado que entrou para a História". A presidenta é contra que Patrícia Poeta assuma o poder em Pyongyang.

O presidente Barack Obama também se manifestou. Diz a nota da Casa Branca: "O ano de 2011 será marcado pela destituição de ditadores sanguinários pelas mãos ora do povo, ora de Deus, ora das tropas americanas, ora do blog de Reginaldo Azedo. Bin Laden, Kadafi e agora Kim Jong-il. Ainda temos até dia 31 para nos livrar de Fidel e Ahmadinejad".

O Congresso brasileiro se rejubilou com a oportunidade histórica de implantar o fisiologismo arejado e altaneiro do século XXI numa ditadura comunista. José Sarney e mais 439 parlamentares do PMDB embarcaram imediatamente para a Coreia do Norte.
"Vamos ocupar a praça principal de Pyongyang e mostrar ao povo coreano os benefícios do voto de cabresto, dos currais eleitorais, do adesismo, das igrejas evangélicas e das concessões de rádio e TV", discursou o presidente do Senado pelo sistema de som do avião.

A iniciativa provocou um racha com o PT, que também se movimentava para emplacar Fernando Pimentel como sucessor natural de Kim Jong-il. "Há ONGs e consultorias na Coreia?", perguntou Orlando Silva, que coordenará a campanha."

(publicado em The i-piauí Herald, em 19/12/2011)

Kim Jong-Il: Um outro mundo é possível (e inevitável)

(Flavio Morgenstern, do blog O Implicante, em 21-12-2011)


“Hay que endurecerse, pero sin perder la ternura jamás.” – Kim Jong-Il



Morreu na sexta-feira Kim Jong-il, ditador da Coréia do Norte, um mito do Tumblr e da indústria de óculos escuros. O ditador, no poder desde 1994, era chamado de “Querido Líder”. Seu pai, Kim Il-sung, era o ‘Grande Líder”, sendo considerado uma espécie de “presidente eterno” da Coréia do Norte até hoje. Uma verdadeira múmia ideológica. É pela alcunha de “líder” que muitos canais de notícias brasileiros, sempre acusados de “direitismo”, o chamaram, com horror à alcunha de “ditador”. A notícia de sua morte só foi divulgada na madrugada de segunda-feira ao Ocidente pela agência de notícias estatal KCTV, para evitar que o ditador aparecesse nas primeiras páginas dos jornais de domingo e do Implicante™.

1) KCTV. Ca-ce-te-vê. Taí um nome que mata o Casseta & Planeta de inveja. “KCTV”. Um fuzil na cara da sociedade. A tal KCTV (impossível parar de repetir isso) atribuiu a morte de Kim Jong-Il à “fadiga” do Líder Supremo e à “dedicação de sua vida ao povo”. Já a agência de notícias sul-coreana Yonhap diz, com base em fontes na Coréia do Norte, que o ditador morrera de ataque cardíaco numa viagem de trem. Deve ter sido na linha que vai pra Guaianazes.

A Coréia do Norte foi governada com mão-de-ferro desde a sua criação, em 1945. Kim Il-sung e Kim Jong-il tornaram a Coréia do Norte o Estado mais totalitário e fechado do mundo. É o único país existente com liberdade econômica tecnicamente inexistente, estagnado em último lugar no índice de liberdade econômica, que analisa a liberdade dos países através de critérios como negócios, comércio, liberdade fiscal, de intervenção do governo, monetária, investimentos, autonomia financeira, corrupção, trabalho e direitos de propriedade, ganhando de todos os países totalitários mais violentos do mundo atual, como Irã, Myanmar, Zimbábue, Líbia, Venezuela (já com menos liberdade do que Cuba), Bielorússia, Cuba, Laos, Turcomenistão, Haiti (aquele que juram ser um retrato do lado podre do “capitalismo”) e Nigéria.

A política da Coréia do Norte foi fechar as portas ao mundo exterior e viver com uma espécie de falsa autonomia completa da realidade. Ainda assim, o país morreria inteiro de fome, não fossem substanciais verbas injetadas por aliados anti-ocidentais, como China e, em menor grau, Rússia. Ainda assim, ambas as grandes potências asiáticas dão sinais de incômodo cada vez maior com o ousado, extravagante e caro irmão menor, sempre a pedir mais dinheiro de fora, tendo como único investimento centralizado as armas nucleares.

2) O que aprendemos com a Coréia do Norte

A Coréia é talvez o único lugar do mundo em que a Guerra Fria ainda não acabou. O Império Coreano foi dominado pelo Japão em 1905, após a Guerra Russo-Japonesa. Uma das batalhas mais violentas da Segunda Guerra no extremo oriente foi em seus pântanos. Com a derrota japonesa no fim da Segunda Guerra, o território foi dividido entre uma zona soviética ao norte e outra ocupada pelos EUA, ao sul. Como em todas as ocupações militares americanas no séc. XX, a situação piorou muito assim que as tropas militares yankees queimaram o chão e deixaram o país sob seu próprio destino.
Desde sempre, ambas as Coréias reinvidicavam supremacia sobre todo o território, não aceitando a cisão imposta pelo inimigo vencedor. A Coréia do Norte, desde seus primeiros dias governada por Kim Il-sung, recusou-se a participar das eleições de 1948 supervisionadas pela ONU, que criaria dois governos distintos. Era o prenúncio da Guerra da Coréia, que separaria os dois territórios para sempre.

A Guerra da Coréia pode ser encarada como a única batalha da Guerra Fria vencida pelos EUA, ou, em termos mais científicos, a menos perdida. Iniciada no segundo mandato do democrata Harry Truman, seria a única guerra iniciada e terminada “rapidamente” por um democrata – dali para frente, a Guerra Fria se caracterizaria por guerras iniciadas por democratas e terminadas por republicanos, ciclo que só foi quebrado com a primeira Guerra do Iraque, na gestão de Bush pai.
Os sistemas comunistas se entendiam por uma irmandade de características comuns. A primeira, que já se afiguraria na primeira Internacional Comunista, mas só se materializaria com a ascensão do Partido Bolchevique, seria o monopólio total do Partido. Se, em Marx, a dialética histórica implica que o capitalismo inevitavelmente não se sustentaria e ruiria, cedendo historicamente seu lugar ao socialismo, os partidos, já pré-criados pelo próprio Marx, subvertem a ordem e forçam uma derrocada que não aconteceria – via de regra pelas armas e terrorismo. É exatamente esse o famoso “outro mundo possível” que propagam como a futura salvação de todos os problemas da humanidade. Segundo discurso do próprio Kim Jong-il, no documentário Team America, esse outro mundo possível não apenas é possível, como inevitável.

Aliada a isso, a segunda característica seria ainda mais determinante: embora o partido local permita alguma discussão interna, assim que uma decisão é tomada entre os seus, toda a sociedade deve aceitá-la sem resignação e posterior discussão. O poder é centralizado ao extremo, com uma pequena aparência de discussão racional que só é tangível a seus cupinchas. A partir deste momento, todo o poder é vertical, nunca permitindo uma horizontalização de decisões. É um sistema muito bem aprendido pelo modelo de decisão por “assembléia”, barbarismo autoritário que viceja até hoje na extrema-esquerda de qualquer universidade.

O caminho está armado para uma crescente centralização totalitária, condição sine qua non para o poder comunista. Ao contrário do que se costuma propalar, o culto da imagem de um líder não foi um desvio da doutrina aplicado por Stálin e, por coincidência, por Mao Zedong e todos os outros líderes comunistas, sendo sim a conseqüência mais inescapável do próprio marxismo.

O stalinismo só vingou com o próprio Stálin. Os outros estados socialistas que iriam nascendo após a Segunda Guerra eram de orientação rigorosamente marxista-leninista (Lênin também era considerado uma espécie de “eterno comandante” do bloco soviético). Apenas no extremo Oriente alguns dirigentes totalitários eram encarados como “pensadores”, tendo então suas idéias alçadas ao mesmo nível de Marx e Lênin. O artigo 2.º da Constituição da República Popular da China de 1978 dizia: “a ideologia norteadora da República Popular da China é o marxismo-leninismo-pensamento de Mao Zedong”. Já no caso da nossa Coréia do Norte, Kim Il-sung já é descrito mais modestamente como “superior a Cristo em amor, superior a Buda em benevolência, superior a Confúcio em virtude e superior a Maomé em justiça”.

Assim, cai-se o mito da esquerda que trata Trotsky como seu velho Dom Sebastião – aquele que foi sem nunca ter sido, e aquele que, se for copiado no que não fez, trará finalmente o socialismo que dá certo. Ditadores como Stalin, Mao, Pol-Pot e os nossos Kim norte-coreanos são vistos como personalistas malucos que destruíram logo o melhor sistema político já criado pelo homem. Curiosamente, seu apelo à quase divinização de figuras que nunca exerceram o poder (ou não por muito tempo) como Trotsky, Che Guevara, Rosa Luxemburgo ou Marighella já personaliza o poder antes mesmo de algum destes figurões ser entronado.

As tomadas de poder pelos comunistas ocorriam, via de regra, por membros da burguesia em arroubos um tanto lunáticos em que se acreditavam proletários. Quase sempre, não recebiam apoio algum da população que juravam defender. Mesmo assim, pode-se definir que uma tomada foi “nativa” quando era realizada sem uma ajuda externa decisivamente importante. Mesmo dilacerada e cindida por três inimigos externos distintos em meio século, dificilmente a subida ao poder na Coréia seria considerada nativa. Grupos pequenos, impopulares e apoiados com tropas da União Soviética (que debandaram em 1948) foram a força motriz para passar como um rolo compressor sobre uma população cujo contato com a palavra “democracia”, ou com a idéia de que têm poder em si para a participação política, foi, por milênios, praticamente nulo.

Mesmo com a anexação oficial da Coréia como colônia do Japão em 1910, ela só se tornou campo de batalha no fim da Segunda Guerra. Kim Il-sung foi um dos que lideraram movimentos de resistência à ocupação japonesa. É levado para a Rússia após causar boa impressão nos líderes vermelhos para um treinamento político e militar adicional.³ O velho Kim, portanto, não era exatamente um intelectual, e sim um grande guerreiro que sobe ao poder absoluto. É o que dá não estudar e se preocupar com invasão de reitoria. Coloca-se um guerrilheiro esquisitão e ultra-nacionalista no alto posto e imediatamente começa-se o massacre.

Todos os partidos se fundem no Partido Comunista, que chega a ter 600 mil membros em dezembro de 1946 (cerca de 10% da população adulta). Como queria hegemonia sobre toda a península coreana, a Coréia do Norte só aparece como Estado dois meses depois de a Coréia do Sul ser declarada Estado independente. O líder sul-coreano era o conservador nacionalista Rhee Syngman, apoiado então pelos EUA. A única coisa em que Syngman e Kim Il-sung concordavam era que a Coréia seria unificada um dia – cada um aspirando ser o grande timoneiro.

O resultado da cisão das Coréias é conhecido. A Coréia do Sul, pelas décadas subseqüentes, virou no máximo uma democracia falha e corrupta. Um processo de democratização começou a surgir nos anos 80: sério e bem-sucedido, tornou o atrasado país autoritário em um dos tigres asiáticos com garras mais afiadas do planeta. Seu IDH, cada vez mais alto, já é maior que o da Dinamarca e se situa quase encostado no da Islândia e de Hong Kong, passando pesos pesados como Israel, Bélgica, Áustria, França, Eslovênia (que soube enriquecer rapidamente aplicando princípios liberais com o desmantelamento da Cortina de Ferro) e Finlândia. Para tal, mantém uma altíssima liberdade econômica, superior a de paraísos fiscais menores como Costa Rica, Panamá e Cabo Verde, tendo realizado uma das privatizações mais ferozes que o mundo já viu.

Seu sistema de educação é considerado o melhor do mundo junto ao chinês e ao finlandês, sendo exportado para o mundo criando escolas baratas e de altíssimo padrão onde quer que sejam encontradas. Sua língua, baseada no alfabeto silábico hangeul, é vista hoje como uma das línguas mais bem estruturadas do mundo, guardando uma riquíssima cultura. Com a abertura ao mundo, a Coréia alçou em menos de 20 anos vôos simplesmente impensáveis, como ter hoje um dos circuitos de Fórmula 1 mais modernos do mundo, além de seu altíssimo desempenho em esportes (o que a Coréia do Norte, mesmo com o totalitarismo favorecendo esportes, nunca conseguiu), a ponto de criar sua própria arte marcial, o Tae Kwon Do, e tecnologia (as versões coreanas de marcas importantes, embora nem sempre igualáveis às originais, são fonte de equipamentos eletrônicos baratos a todo o mundo). Em 1978, o PIB da Coréia do Sul foi quase quatro vezes maior que o do Norte. Hoje, apenas duas décadas de democratização e liberalismo depois, o PIB da Coréia do Norte corresponde a apenas 3,1% do da Coréia do Sul. Tal fato não impede o Querido Líder de gastar com guardas de trânsito femininas escolhidas a dedo por ele para funcionarem como semáforos humanos em ruas sem carros, nem dos projetos faraônicos como uma cidade inteira para mostrar a superioridade comunista em relação ao sul – a cidade de Kijong-Dong, com prédios sem vidro, paredes ou salas: apenas muros de concreto, numa cidade fantasma onde ninguém mora. Isso sem falar nos gastos com conhaque (US$850,000 gastos com Hennessy anualmente) e, claro, as armas nucleares.

3) Kim Jong-il, o Christopher Hitchens deles

Kim Il-sung, o pai de Kim Jong-il, possuía uma contradição em relação a outros comunistas: era praticamente um desconhecido, inclusive dos comunistas coreanos. Graças a isso, não houve resistência à sua ascensão à liderança do partido, nem mesmo por parte da União Soviética, acreditando que seria fácil controlá-lo.4 A guerra da Coréia já foi uma mostra do poder de Kim, por Stálin, finalmente, após um ano de pressão, ajudá-lo a invadir o sul. Mesmo com a guerra terminada poucos meses depois da morte de Stálin, a Guerra Fria coreana nunca mais terminaria. Três milhões de norte-coreanos fogem do norte para o sul durante a guerra. Até 1987, foram 1,663 milhões de coreanos mortos. Mais de um vigésimo do país.

A Coréia do Norte foi o único país a se aproveitar do stalinismo mesmo depois de Stálin morto. A figura do Grande Pai seria importante para Kim Il-sung injetar um caráter mitológico ultrapassando as raias do ridículo para a preparação de seu filho, Kim Jong-il, como seu sucedâneo. Mas logo o líder soviético foi sendo paulatinamente trocado por um fortíssimo apelo nacionalista: desde 1997, três anos após a morte de Il-sung, quando finalmente assumiu todos os cargos que seu pai ocupava, o “Querido Líder” se cercou de uma corte e, com hábitos esquisitíssimos e cafonérrimos, aproveita todo o luxo e ostentação do Ocidente, ao mesmo tempo que tenta livrar seu feudo de qualquer possibilidade de influência, mesmo cultural, externa.

A doutrina aplicada por ele, o socialismo juche (que chega a ser quase oposto ao socialismo baath, de, entre outros, Saddam Hussein), prega a completa auto-suficiência do país em relação ao mundo, embora, como visto, a Coréia só não morre de fome por dinheiro chinês e russo. O país abandonou parte das doutrinas stalinistas (embora também seja descendente direto do leninismo) para uma doutrina xenófoba que busca “pureza racial” aos moldes nazistas.

O corte de contato com o mundo exterior é patrocinado pelas forças armadas. Um departamento do partido tem como principal função verificar se os rádios nas casas das pessoas está sintonizado em freqüências fixas, que permitiriam transmissões do exterior.

Como todo socialismo, além da retórica, há o dinheiro: altos funcionários são muito bem pagos, como generais do Exército, sem falar nas autoridades do partido e da polícia. Os mitos sobre sua pessoa que são passados à população são um show de criatividade: as cartilhas do governo dizem que Kim Jong-il não produz urina ou fezes. Seu nascimento teria sido “sobrenatural”, com uma nova estrela e um arco-íris duplo o “anunciando”, além de um iceberg falante. As estações do ano também teriam repentinamente mudado de inverno para primavera (também não entendi se o iceberg sobreviveu). Toma essa, Moisés.

Foi isso que o mundo perdeu. Não foi um dos ditadores que Lula chamou de “meu amigo, irmão e líder”, nem um destes ditadores que acabam fazendo com que os terroristas que o colocam no poder ganhem o Nobel da Paz, mas não custa também lembrar que, quando o Brasil quis uma vaga no Conselho de Segurança da ONU em 2009, sabe lá Deus pra quê (o que faria se o Querido Líder resolvesse jogar uma bomba atômica no seu antigo inimigo, o Japão, por exemplo?), pensou seriamente em abrir uma embaixada em Pyongyang, quase enviando o embaixador Arnaldo Carrilho para a capital, quando qualquer apoio à candidatura brasileira ao assento permanente no Conselho de Segurança era lucro – inclusive bajular e defender com votos o programa nuclear iraniano. O teatro dos vampiros só não deu certo por um teste nuclear realizado pouco antes da viagem do embaixador – só assim para Celso Amorim dar pra trás. Sequer a Alemanha, que tem 30% de sua energia vinda de usinas nucleares, possui assento permanente, visto ser a derrotada da Segunda Guerra.

Com um país governado tão personalisticamente por um ditador que ditava moda, o mundo tem de ficar de sobreaviso a qualquer novo chilique que passe pela cabeça de seus líderes atômicos. Mas, de fato, há que se comemorar o fim de uma era, e torcer para seu filho, Kim Jong-un, ser alguém provavelmente brega, mas menos desbaratadamente demente. Os riscos são grandes: mas se comemoro até morte de barata, não vejo motivo para não comemorar morte de um ditador sanguinário.”


4)Em tempo (Por Mike Spinelli, publicado no blog jalopnik).

Para enriquecer o relato acima, do Implicante, alguns comentários sobre um dos mais caros fetiches do pequeno ditador.

“Kim Jong-Il, o Querido Líder de um país miserável, no qual a maioria dos cidadãos é pobre demais até para ter uma bicicleta, aproveitou os frutos de sua ditadura ao máximo até sua morte. Muitos desses frutos foram carros da Mercedes-Benz. O finado chefão da Coreia do Norte e fã de observar coisas, cujo nascimento teria sido prenunciado por uma andorinha e anunciado por um arco-íris duplo, morreu neste último final de semana de um ataque cardíaco com (aproximadamente) 69 anos, a bordo do trem que utilizava devido ao medo de aviões.

Durante seu reinado de praticamente 18 anos, a admiração de Kim pelos carros da Mercedes-Benz foi bem documentada. Sempre destoou um pouco o fato de ele utilizar os recursos do país dessa forma, considerando que as sanções das Nações Unidas há muito tempo baniram a venda de itens de luxo no país. Claro que, com a proibição do uso de celulares e da Internet pela população (além de qualquer acesso a informações que não tenham origem estatal) dificilmente alguém no país saberia disso, mesmo que o resto do mundo tivesse conhecimento.

Claro que as sanções nunca impediram o QL (Querido Líder) de entornar meio milhão de verdinhas em conhaque por ano, além de contêineres de lagostas e caviar. Obviamente, Kim tinha bastante dinheiro para gastar nestas e outras coisas. Segundo alguns relatórios, ele guardava cerca de US$ 4 bilhões em bancos europeus. Um desertor revelou que os gastos pessoais de Kim totalizavam 20% do orçamento do país – uma nação com um PIB per capita de apenas R$ 3.550. Isso disponibilizava um capital vasto para alimentar seu fetiche por Mercedes.”


5) CONCLUSÃO: Acima, muito acima do Grande Líder Kim Jong-Il, existe somente um outro. Claro, só pode ser aquele que substituiu o profeta Maomé como interlocutor de Deus e intérprete da Mãe de Todos os Livros: Lula, o Inefável. Seu pensamento síntese: “Sem um dedo, fiz mais que Bill Gates e Steve Jobs”.

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Coréia do Norte, PC do B e a morte do ditador

Um dos últimos ditadores da face da terra, um certo Kim Jong Il, morreu no últimos final de semana. O PC do B manifestou-se em nota pela sua direção nacional (que segue abaixo, para a devida apreciação), na data de 20 de dezembro de 2011. Para efeitos de esclarecimentos, a turma do PC do B é a mesma que controla o Ministério dos Esportes do governo brasileiro atual (basta lembrar do tal Orlando Silva, ministro defenestrado por corrupção, e que gostava de usar o cartão corporativo para pagar conta de R$5 reais de tapioca e caldo de cana consumidos em feira ao ar livre). Essa gente perigosa também está infiltrada nas áreas da saúde, da administração pública e, principalmente, nas escolas do Brasil, de todos os níveis, diga-se a propósito. Pela sua forma de ver o mundo dá para se imaginar os riscos que sofrem as crianças e os jovens que estão sob sua área de influência. Que ninguém pense que o documento abaixo seja "fake", ou fruto de algum humorista. Os companheiros, ou camaradas, não se sabe bem que tratamento seria o mais correto, pensam exatamente como se expressam. Depois ficam ofendidos, magoados mesmo, quando alguém critica o aventureirismo em que se meteram durante o regime militar. A verdade é que não esqueceram nada e não aprenderam nada. Certamente, não batem bem da bola.

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"Estimado camarada Kim Jong Um
Estimados camaradas do Comitê Central do Partido do Trabalho da Coréia

Recebemos com profundo pesar a notícia do falecimento do camarada Kim Jong Il, secretário-geral do Partido do Trabalho da Coreia, presidente do Comitê de Defesa Nacional da República Popular Democrática da Coreia e comandante supremo do Exército Popular da Coreia.

Durante toda a sua vida de destacado revolucionário, o camarada Kim Jong Il manteve bem altas as bandeiras da independência da República Popular Democrática da Coreia, da luta anti-imperialista, da construção de um Estado e de uma economia prósperos e socialistas, e baseados nos interesses e necessidades das massas populares.

O camarada Kim Jong Il deu continuidade ao desenvolvimento da revolução coreana, inicialmente liderada pelo camarada Kim Il Sung, defendendo com dignidade as conquistas do socialismo em sua pátria. Patriota e internacionalista promoveu as causas da reunificação coreana, da paz e da amizade e da solidariedade entre os povos.

Em nome dos militantes e do Comitê Central do Partido Comunista do Brasil (PCdoB) expressamos nossas sentidas condolências e nossa homenagem à memória do camarada Kim Jong Il.

Temos a confiança de que o povo coreano e o Partido do Trabalho da Coreia irão superar este momento de dor e seguirão unidos para continuar a defender a independência da nação coreana frente às ameaças e ataques covardes do imperialismo, e ao mesmo tempo seguir impulsionando as inovações necessárias para avançar na construção socialista e na melhoria da vida do povo coreano.

Renato Rabelo, presidente nacional do PCdoB e Ricaro Abreu Alemão secretário de Relações Internacionais do PCdoB"