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sábado, 26 de março de 2016

Hitler e o triplex de Lula


Hilário, Lula e seu triplex em mais uma versão de filme sobre Hitler.

Lula, Hitler e o famoso triplex

sábado, 21 de novembro de 2015

Lula e Hitler (entrevista à Playboy)

Soulmate









Na entrevista que concedeu à revista Playboy em 1979, os jornalistas quiseram saber quais eram os líderes que Lula admirava. Naquela época, curiosamente, não fez qualquer referência a Getúlio Vargas de quem, hoje, diz ser grande admirador. 

(…)

Playboy – Há alguma figura de renome que tenha inspirado você? Alguém de agora ou do passado?

Lula [pensa um pouco] – Há algumas figuras que eu admiro muito, sem contar o nosso Tiradentes e outros que fizeram muito pela independência do Brasil (…). Um cara que me emociona muito é o Gandhi (…). Outro que eu admiro muito é o Che Guevara, que se dedicou inteiramente à sua causa. Essa dedicação é que me faz admirar um homem.

Playboy – A ação e a ideologia?

Lula – Não está em jogo a ideologia, o que ele pensava, mas a atitude, a dedicação. Se todo mundo desse um pouco de si como eles, as coisas não andariam como andam no mundo. (…)

Playboy – Alguém mais que você admira?

Lula –  [pausa, olhando as paredes] – O Mao Tse-Tung também lutou por aquilo que achava certo, lutou para transformar alguma coisa.

Playboy – Diga mais…

Lula – Por exemplo… O Hitler, mesmo errado, tinha aquilo que eu admiro num homem, o fogo de se propor a fazer alguma coisa e tentar fazer.

Playboy – Quer dizer que você admira o Adolfo?

Lula –  [enfático] Não, não. O que eu admiro é a disposição, a força, a dedicação. É diferente de admirar as ideias dele, a ideologia dele.

Playboy – E entre os vivos?

Lula – [pensando] – O Fidel Castro, que também se dedicou a uma causa e lutou contra tudo.

Playboy – Mais.

Lula –  Khomeini. Eu não conheço muito a coisa sobre o Irã, mas a força que o Khomeini mostrou, a determinação de acabar com aquele regime do Xá foi um negócio sério.

Playboy – As pessoas que você disse que admira derrubaram ou ajudaram a derrubar governos. Mera coincidência?

Lula – [rápido] – Não, não é mera coincidência, não. É que todos eles estavam ao lado dos menos favorecidos.
(…)

Playboy – No novo Irã, já foram mortas centenas de pessoas. Isso não abala a sua admiração pelo Khomeini?

Lula –  É um grande erro… (…) Ninguém pode ter a pretensão de governar sem oposição. E ninguém tem o direito de matar ninguém. Nós precisamos aprender a conviver com quem é contra a gente, com quem quer derrubar a gente. (…) É preciso fazer alguma coisa para ganhar mais adeptos, não se preocupar com a minoria descontente, mas se importar com a maioria dos contentes".

Esse é o cara! Sem comentários.


quarta-feira, 25 de março de 2015

Exércitos unidos da rainha de copas

Dilma no trono







Os exércitos do general Stédile, a serviço da rainha de copas, se reforçam para a batalha decisiva contra o capitalismo neoliberal. Grande contribuição dos craques do PC do B, turma de larga experiência no assunto.

Orcs sobreviventes do Araguaia












O apocalipse se aproxima com a entrada em cena das tropas do marechal Edir. Brancos e morenos, todos de camisas negras, em perfeita ordem, aquartelam-se nos redutos da Igreja Universal do Reino de Deus. Hitler e Mussolini devem estar felizes na vala do inferno onde se hospedam.


Gladiadores do altar











Salve-se quem puder. Os "gladiadores do altar" estão chegando com seus grandes bíceps. E sacolinhas a tiracolo.

terça-feira, 14 de outubro de 2014

Cautela às oposições

Os petistas estão inquietos. Comportam-se como um formigueiro de lava-pés quando remexido. Farejam vagamente a derrota e se conduzem como os nazistas acoitados no último bunker, na reta final da segunda grande guerra: ordens disparatadas, fantasias sobre suas forças, senso extremado de onipotência e, sobretudo, a mentira permeando a tudo e a todos. Enquanto os fanáticos deliravam, a poucos quarteirões de distância, americanos, russos, ingleses e franceses preparavam a última cartada. 

Dona Dilma não suportará a derrota eleitoral. Talvez siga o mesmo caminho de Hitler. Antes, porém, pode deflagrar operações desesperadas ao estilo Estado Islâmico. Sua alma, nunca se deve esquecer, foi forjada no terrorismo. Essa gente, se não puder beber da água, ninguém se iluda: emporcalhará a fonte. Capacidade, estrutura e coragem para tal há de sobra. O estranho silêncio dos MST's da vida impõe cautela às oposições. 

As forças armadas e as polícias que se preparem. Respeito, escrúpulo e decência não fazem parte de todos os dicionários. A maneira como os petistas e seus sócios fatiaram e privatizaram a Petrobrás é sintomática. A carniça é grande e suculenta para ser assim abandonada sem mais nem menos. Eles não têm nenhum senso de limites. Como já foi dito alhures, a turma é composta de incapazes capazes de tudo. Ai de quem pensa que esse tipo de gente aceitará, com o devido fair play, a vitória dos que consideram inimigos. 

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

O programa político dos nazistas e dos petistas

Em 30 de janeiro de 1933 Hitler assumiu o governo alemão. Durante doze anos dedicou-se furiosamente a implantar o programa do Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães. Os resultados são conhecidos por todos. O totalitarismo do século XX apresenta duas faces - representadas pelo comunismo, na antiga União Soviética, e pelo fascismo, representado notadamente pelo regime nazista da Alemanha. São irmãos siameses que divergem apenas em detalhes secundários. Hanah Arendt dissecou com maestria as duas terríveis experiências num livro magistral que merece sempre ser lido e relido: As origens do totalitarismo.

As manifestações tardias do totalitarismo têm sido observadas, na atualidade, em regiões periféricas do mundo desenvolvido. Nenhum espanto causa, então, o fato do Brasil apresentar aqui sua versão proto-totalitária, em partidos do tipo do PT, seu mais consistente representante, sem esquecer a miríade de legendas satélites onde se destacam o PC do B e outros menos votados. Os arreganhos totalitários do petismo são conhecidos. Chegam a imitar, até, excentricidades nazistas, tal qual a queima de livros de autores com os quais não concordam. Os alemães patrocinaram a fogueira literária em maio de 1933, e os nazi-petistas em 26 de março de 2010 (sob a coordenação de uma dita professora Bebel, notória participante do famigerado Conselho Nacional de Educação-CNE da era petista). Sim, é o mesmo órgão do governo Lula-Dilma que censurou obra de Monteiro Lobato.

O jornalista Reinaldo Azevedo publicou o artigo que segue abaixo. Vale a pena ler e refletir a respeito. Professores, mais que quaisquer outros profissionais, têm uma missão civilizatória, conforme pregava o grande filósofo inglês Bertrand Russel. Tal missão poderia ser resumida, numa síntese precária, em orientar os alunos a serem capazes de pensar com a própria cabeça. Infelizmente, as escolas brasileiras de todos os níveis estão infestadas com gente de perfil totalitário. Mais que uma mera deformação de caráter (que existe), estamos frente a uma doença do espírito - alimentada por inveja, ressentimentos e ódio - com inafastáveis efeitos estéticos. É uma gente tão feia por fora quanto por dentro. Inumeráveis são as mulheres com estes traços organicamente vinculados (as universidades públicas, aliás, estão repletas de tais exemplares). Fazem-nos lembrar Euclides da Cunha (em Os Sertões), quando afirmava que em Canudos as megeras eram tão horrendas que nas suas bocas a prece era uma blasfêmia. Talvez existam exceções, sempre acontece, mas raras. O tempo, contudo, se encarrega de ajustar a deletéria correspondência.

OBS: O título da postagem não é do jornalista Reinaldo Azevedo (A.M.)

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"HÁ EXATOS 80 ANOS... ele chegou ao poder. Em nome da reparação e da igualdade, exterminou milhões de vidas. E a marcha do terror se fez no silêncio cúmplice:


Há exatos 80 anos, Adolf Hitler se tornava o chanceler da Alemanha. O resto é horror, perpetrado, em boa parte, sob o silêncio cúmplice do povo alemão e das demais nações.
Antes que se tornasse um homicida em massa, ele já havia atentado contra a ordem democrática, mas o regime o anistiou. Deram a Hitler em nome dos valores democráticos o que ele jamais concederia a seus adversários em nome dos valores nazistas.

Antes que se tornasse um homicida em massa, ele fundiu a chancelaria com a Presidência da República. E se fez silêncio.

Antes que se tornasse um homicida em massa, ele anexou a Áustria e a Renânia. E se fez silêncio.

Antes que se tornasse um homicida em massa, ele já havia ordenado, em 1933, a conversão de uma antiga fábrica de pólvora, em Dachau, num campo de concentração. E se fez silêncio.

Antes que se tornasse um homicida em massa, a França e a Inglaterra aceitaram que anexasse a região dos Sudetos, na Tcheco-eslováquia. Assinaram com ele um “acordo de paz”. E se fez silêncio. No ano seguinte, ele entrou em Praga e começou a exigir parte da Polônia. Depois vieram Noruega, Dinamarca, Holanda, França… É que haviam feito um excesso de silêncios.

– Silêncio quando, em 1º de abril de 1933, com dois meses de poder, os nazistas organizaram um boicote às lojas de judeus.

– Silêncio quando, no dia 7 de abril deste mesmo ano, os judeus foram proibidos de trabalhar para o governo alemão. Outros decretos se seguiram — foram 400 entre 1933 e 1939.

– Silêncio quando, neste mesmo abril, criam-se cotas nas universidades para alunos não alemães.

– Silêncio quando, em 1934, os atores judeus foram proibidos de atuar no teatro e no cinema.

– Silêncio quando, em 1935, os judeus perdem a cidadania alemã e se estabelecem laços de parentesco para definir essa condição.

– Silêncio quando, neste mesmo ano, tem início a transferência forçada de empresas de judeus para alemães, com preços fixados pelo governo.

– Silêncio quando, entre 1937 e 1938, os médicos judeus foram proibidos de tratar pacientes não judeus, e os advogados, impedidos de trabalhar.

– Silêncio quando os passaportes de judeus passaram a exibir um visível “j” vermelho: para que pudessem sair da Alemanha, mas não voltar.

– Silêncio quando homens que não tinham um prenome de origem judaica foram obrigados a adotar o nome “Israel”, e as mulheres, “Sara”.

Os milhões de mortos do nazismo, muito especialmente os seis milhões de judeus, morreram foi de… SILÊNCIO. Morreram porque os que defendiam a ordem democrática e os direitos fundamentais do homem mostraram-se incapazes de denunciar com a devida presteza o regime de horror que estava em curso.


1) Nos nossos dias

É pouco provável que aquelas barbaridades se repitam. Mas não se enganem. Oitenta anos depois, a democracia ainda é alvo de especulações as mais destrambelhadas. Comentei aqui a tese delinquente de certa senhora, estudiosa do Islã e aboletada na Universidade Harvard, segundo quem os islâmicos estão dando à luz uma nova democracia, que ela classifica de “iliberal”. Pois é… Em 1938, um ano antes do início da Segunda Guerra, cogitou-se o nome de Hitler para o Nobel da Paz. As leis raciais contra os judeus já estavam em vigência…

Aquela tal senhora — Jocelyne Cesari — escreve, como quem diz “Bom dia!”, que essa forma particular de democracia não implica necessariamente o fim da discriminação religiosa ou de gênero. Dona Jocelyne acha possível chamar de “democrático” um regime que segregue as pessoas por sua religião e gênero…

Um “intelectual” como Slavoj Zizek dedica-se a especular sobre as virtudes do moderno terrorismo, conquista admiradores mundo afora, inclusive no Brasil, e passa a ser uma referência do pensamento de esquerda. Reitero: ele não está a falar na tal “redenção dos oprimidos”. Ele empresta valor afirmativo a ações terroristas.

Mundo afora, direitos individuais são solapados pelo Estado — em nome da igualdade ou da reparação —, e a criação de leis que discriminam homens segundo a cor de sua pele ou sua origem é vista como um avanço.


2) Programa

Não custa lembrar aqui algumas “exigências” do programa que os nazistas tinham para a Alemanha, que certamente deixam encantados alguns dos nossos esquerdistas ainda hoje — especialmente aqueles que defendem, como é mesmo?, o controle social da mídia. Eis aqui parte do que eles queriam para a Alemanha:

(…)
11. A supressão dos rendimentos a que não corresponda trabalho ou esforço, o fim da escravidão do juro;

12. Levando-se em conta os imensos sacrifícios em bens e em sangue derramado que toda guerra exige do povo, o enriquecimento pessoal graças à guerra deve ser qualificado de crime contra o povo. Exigimos, portanto, a recuperação total de todos os lucros de guerra;

13. Exigimos a nacionalização de todas as empresas (já) estabelecidas como sociedades (trustes);

14. Exigimos participação nos lucros das grandes empresas;

15. Exigimos que se ampliem generosamente as aposentadorias;

16. Exigimos a constituição e a manutenção de uma classe média sadia, a estatização imediata das grandes lojas, e o seu aluguel a preços baixos a pequenos comerciantes, cadastramento sistemático de todos os pequenos comerciantes para atender às encomendas do Estado, dos Länder e das comunas;

17. Exigimos uma reforma agrária apropriada às nossas necessidades nacionais, a elaboração de uma lei sobre a expropriação da terra sem indenização por motivo de utilidade pública, a supressão da renda fundiária e a proibição de qualquer especulação imobiliária;

18. Exigimos uma luta impiedosa contra aqueles cujas atividades prejudicam o interesse geral. Os infames criminosos contra o povo, agiotas, traficantes etc. devem ser punidos com pena de morte, sem consideração de credo ou raça;

19. Exigimos que se substitua o direito romano, que serve à ordem materialista, por um direito alemão;

20. Com o fito de permitir a todo alemão capaz e trabalhador alcançar uma instrução de alto nível e chegar assim ao desempenho de funções executivas, deve o Estado empreender uma reorganização radical de todo o nosso sistema de educação popular. Os programas de todos os estabelecimentos de ensino devem ser adaptados às exigências da vida prática. A assimilação dos conhecimentos de instrução cívica deve ser feita na escola desde o despertar da inteligência. Exigimos a educação, custeada pelo Estado, dos filhos – com destacados dotes intelectuais – de pais pobres, sem se levar em conta a posição ou a profissão desses pais;

21. O Estado deve tomar a seu cargo o melhoramento da saúde pública mediante a proteção da mãe e da criança, a proibição do trabalho infantil, uma política de educação física que compreenda a instituição legal da ginástica e do esporte obrigatórios, e o máximo auxílio possível às associações especializadas na educação física dos jovens;

22. Exigimos a abolição do exército de mercenários e a formação de um exército popular;

23. Exigimos que se lute pela lei contra a mentira política deliberada e a sua divulgação através da imprensa. Para que se torne possível a constituição de uma imprensa alemã, exigimos:

a) que todos os redatores e colaboradores de jornais editados em língua alemã sejam obrigatoriamente membros do povo (Volksgenossen);

b) que os jornais não-alemães sejam submetidos à autorização expressa do Estado para poderem circular. Que eles não possam ser impressos em língua alemã;

c) que toda participação financeira e toda influência de não-alemães sobre os jornais alemães sejam proibidas por lei, e exigimos que se adote como sanção para toda e qualquer infração o fechamento da empresa jornalística e a expulsão imediata dos não-alemães envolvidos para fora do Reich. Os jornais que colidirem com o interesse geral devem ser interditados. Exigimos que a lei combata as tendências artísticas e literárias que exerçam influência debilitante sobre a vida do nosso povo, e o fechamento dos estabelecimentos que se oponham às exigências acima.
(…)


3) Começando a encerrar

Não, senhores! Qualquer semelhança com um programa de esquerda — e me digam quais esquerdistas não endossariam ainda hoje o que vai acima — não é mera coincidência. O fascismo, também na sua vertente nazista, sempre foi de esquerda nos seus fundamentos mais gerais. Erigiu, sim, uma concepção de poder e de organização de estado diferente daquelas estabelecidas pela Internacional Comunista e repudiava o entendimento que tinha esta do “internacionalismo”. Mas o ódio ao liberalismo econômico, à propriedade privada e às liberdades individuais era o mesmo.

Essa cultura da “engenharia social”, que cassa direitos individuais em nome de um estado reparador, ainda está muito presente no mundo. Como se percebe, ela se estabelece oferecendo o paraíso na terra, um verdadeiro reino de justiça e igualdade.


4) Deu no que deu

Neste ponto, alguém poderia objetar: “O Reinaldo agora acha que a luta por justiça resulta em fascismo…”. Não! O Reinaldo não acha isso. Pensa, isto sim, que as tentações totalitárias manipulam o discurso da igualdade para criar um ente de razão, estado ou partido, que busque substituir a sociedade. E não se enganem: oitenta anos é quase nada na história humana. Não faz tanto tempo assim. Em 1933, a humanidade já dispunha de boa parte da literatura que vale a pena, de boa parte do pensamento que vale a pena, de boa parte até mesmo do conhecimento científico que ainda hoje serve de referência.

No entanto, o mundo viveu sob o signo da besta."

quarta-feira, 27 de julho de 2011

HITLER e a imprensa

(Publicado no ex-blog de Cesar Maia, de 26-07-2011)


"HUGO CHÁVEZ, RAFAEL CORREA, LULA, HITLER E A IMPRENSA!

1. É muito importante que os jornalistas não pensem, quando expressam uma ideia, no êxito que essa lhe trará, nem no proveito material que poderão tirar disso. Quem atua sobre a opinião deve ser consciente que realizam uma missão e devem se comportar como bons servidores do Estado. Por isso me esforcei desde que cheguei ao governo, em sanear o conjunto da imprensa do país. A meus olhos é evidente que um Estado que dispõe de uma imprensa bem orientada e que exerce controle sobre seus jornalistas dispõe de poderes muito maiores do que possa imaginar.

2. Onde quer que exista, o fetichismo da liberdade de imprensa constitui um perigo mortal "par excellence". O que se chama de liberdade de imprensa, não significa em absoluto que a imprensa seja livre, mas unicamente, que certos potentados têm a faculdade de dirigi-la a sua vontade em função de seus interesses particulares e, em caso necessário, contra os interesses do Estado.

3. ("Conversações privadas de Hitler", taquigrafadas, em 14 de maio de 1942. Editora Critica, Barcelona)."