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terça-feira, 28 de março de 2017

O filho, da puta, do Brasil


O patético filme (O filho do Brasil) - sobre a vida e obra de Lula da Silva - financiado , aliás, pelos empreiteiros que hoje mourejam para escapar dos tentáculos da Operação Lava Jato - receberá uma continuação em breve, agora mostrando a alma negra daquele personagem (o filho da puta do Brasil). Mas eis que o herói está questionando judicialmente a utilização de cenas realistas nas quais esteve envolvido (como sua condução coercitiva para depor na Polícia Federal, em março do ano passado), alegando que isso poderia afetar sua imagem pública, como se tal fosse possível. Reivindica, então, do juiz Moro a proibição de utilização daquelas imagens geradas pela polícia. 

Difícil encontrar palavras para comentar caso tão espantoso. Conduta tão asquerosa de censura prévia a uma obra cinematográfica deveria receber algum tipo de protesto da intelectualidade universitária e outros parasitas que gravitam em torno do pervertido de Garanhuns. Mas é inútil esperar que essa gente escrota vá assim se manifestar. Continuam, no mínimo, a sofrer os efeitos da dissonância cognitiva: a realidade se modifica mas a compreensão dela permanece inalterada. Caso psiquiátrico, a se ver.

Em espírito, figuras como Chico Buarque, frei Bofe e outros mais só estão a repetir o comportamento dos intelectuais franceses adeptos do comunismo, quando veio à luz o genocídio praticado na URSS por Stálin e seus mirmídones: ignoraram solenemente os fatos apontados por Kruchev em 1956, e mantiveram seu engajamento com a causa de um dos regimes políticos mais bárbaros que já existiu, capaz de fazer sombra aos piores crimes do nazi-fascismo. Ah, diziam, não se podia agir de maneira a favorecer o imperialismo capitalista, reiteravam os pensadores progressistas de então. Hoje o discurso é contra o neo-liberalismo.

E olhem que os lambe-cu esquerdistas, na Europa, eram gente do calibre de um Sartre e, não, de figurinhas tropicais menores, como Chauí, a bruxa plagiadora de Claude Lefort, a mesma que diz que o mundo se ilumina quando as tripas de Lula expelem em gás  o resultado de sua atividade intelectual. Sim, Lula peida e Chauí corre para ficar de joelhos a aspirar o sublime fermentado em tão sagrado invólucro.    

terça-feira, 29 de março de 2016

Augúrios: Dilma e Pimentel


Historiadores do futuro mostrarão que dona Dilma e Fernando Pimentel começaram e terminaram a vida política juntos. No início compartilhado eram somente terroristas um tanto trapalhões, é verdade; no fim, continuaram abestados, como diria Tiririca, acabando abraçados nos corredores de alguma Vara Penal sob o jugo do artigo 121 do CPB.

Em prol de ambos, há de se reconhecer que não iludiram o eleitorado, conforme muitos estão a dizer. Nem Lula o fez, para complementar a relação dos principais nomes que são equivocadamente tachados de enganadores da fé pública. Achar o contrário é o mesmo que dizer que o povo alemão foi enganado por Hitler. Este foi eleito em 1933 e gozou por doze anos, até 1945, da aprovação e apoio entusiasmado da grande maioria dos alemães, mesmo quando a Alemanha já estava perdendo a guerra. De fato, o povo alemão era nazista, de cabo a rabo. Não se pejava em ir às ruas, aos magotes, para aplaudir e receber de volta a saudação desmunhecada e frescalhote do Fuhrer. 

Os opositores e demais críticos do nazismo, bem como do petismo, sempre foram uma minoria. Nunca o nacionalismo alemão esteve mais vivo. Espantar-se, hoje, que intelectuais chapa-branca sejam devotos do PT, e até se postem de quatro para melhor serem possuídos, é ignorar o extraordinário número de pensadores alemães que gostosamente sucumbiu aos estupradores nazistas naqueles anos negros em que o mundo submergiu na barbárie totalitária. O nome de Martin Heidegger aí é emblemático; um dos maiores filósofos do século XX foi afiliado do Partido Nacional Socialista do Trabalhadores. Não existindo no Brasil qualquer nome de envergadura semelhante, a solução foi se contentar com Marilena Chauí, a plagiária, aquela que sofre epifanias quando se deleita ouvindo Lula da Silva num gozo ao estilo de Santa Tereza D'Ávila.  

Prometer e não cumprir, notadamente no campo político, mas não somente nele, é vício antigo e universal. Na economia dos afetos, as juras esquecidas marcam de maneira democrática a trajetória amorosa dos homens e mulheres de diferentes classes sociais. No Canto XXVII do Inferno, na Divina Comédia, Dante sintetiza em versos inesquecíveis o cerne da vida política: "muita promessa e pouco atendimento", conforme sugeriu um aventureiro da época ao papa de então, Bonifácio VIII, para ajudá-lo em sua guerra contra os irmãos Colona. Funcionou. O único problema foi o destino final de tão mau conselheiro, condenado à danação eterna em uma das valas do inferno, pena a que estão sujeitos a quase totalidade dos assessores dos governantes. Para ficar no âmbito popular basta recordar o belo samba canção imortalizado por Orlando Silva: "Aos pés da Santa Cruz". Pode-se ouvi-lo no Youtube.

A triste verdade é que os eleitores desejaram essa gente abominável. Talvez se possa dizer que o eleitorado tem alma feminina. Quantas são as mulheres (a começar das nossas próprias famílias), que, apesar de advertidas pelos pais, parentes e amigos, insistem em se casar com bandidos e outros tipos possuidores de caráter não recomendável? Passado algum tempo, e após maus tratos de toda ordem, ei-las, as desobedientes, reconhecendo enfim a enrascada em que se meteram. Às vezes, o fazem tarde demais. Se arrependimento matasse, a maioria já estava morta.   

sábado, 28 de fevereiro de 2015

Pinta brava

















Em recente debate filosófico na Associação Brasileira de Imprensa, sob a coordenação de Lula e Chauí, intelectuais petistas se esmeravam em exibir seus fortes argumentos. Quem não concordava com eles tomava porradas dialéticas. Marx já havia descrito tal tipo de proletariado em O 18 Brumário de Luiz Bonaparte. Lombroso, algum tempo depois, desenvolveu a teoria dos biótipos suspeitos.