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quinta-feira, 19 de abril de 2018

As damas pacíficas do PT (adaptado do blog de Polibio Braga)



"Fascistas têm de morrer, um a um, e me inscrevo para essa missão", escreveu bem assim a professora e doutora Rejane Barreto Jardim, coordenadora do Laboratório de Estudos Feministas da Ufpel, Pelotas, RS. A Ufpel é pública, mantida com dinheiro dos contribuintes, o que quer dizer que nós pagamos os salários de Rejane para que ela nos ameace de morte. Ela também é professora de História Medieval.

"Morte aos fascistas !", apela aos seus correligionários lulopetistas a doce professora Regina, ao se referir a todos os patriotas brasileiros que defendem a prisão do réu condenado por corrupção Lula da Silva. O Estado Islâmico já tem quem o represente no Brasil.

Leitores que acompanham os posts de Rejane Barreto Jardim, compartilharam do discurso de ódio, sobretudo quando ela escreve:

- Meu ódio é revolucionário e é ódio de classe, sim. Odeio burguês. E você, cuide-se para saber de que lado está".

Obs: Marilena Chauí também odeia a classe média...

Perto de tais senhoras, Jair Bolsonaro é apenas um bom samaritano. Aliás, ai do Bolsonaro se ousasse se expressar de tal maneira.

domingo, 4 de setembro de 2016

O PT e a solução para o Estado Islâmico

Milton Pires oferece criativa solução para o problema do terrorismo do dito Estado Islâmico. Sob o comando da agora desempregada Dilma Rousseff, uma delegação de especialistas bem poderia aportar ali na região do Iraque, Síria, Irã e Afeganistão.



terça-feira, 17 de novembro de 2015

Dilma e o terrorismo (Augusto Nunes)




Em 24 de setembro de 2014, depois de uma reunião na ONU, Dilma Rousseff resolveu explicar aos jornalistas brasileiros por que os companheiros do Estado Islâmico (que a presidente chama carinhosamente de ISIS, informa o palavrório em dilmês) devem ser tratados com muita paciência e mais respeito pelos bárbaros ocidentais. Confira o comício inverossímil em 

https://youtu.be/fiMTfPxPPtE

"Ô, gente, vocês acreditam que bombardeá o ISIS resolve o problema? Porque se resolvesse eu acho que estaria resolvido no Iraque. E o que se tem visto no Iraque é a paralisia. Isso não sô eu que tô dizeno, é só ocês lerem o New York Times de ontem. Que qui o New York Times diz? Que houve uma estagnação. Porque o ISIS tem apoio de comunidades sunitas. Então, o que se tem de olhá é, de fato, a raiz desse problema. Ceis sabem aquele negócio, quando ocê destampa a caixa e sai todos os demônios? Os demônios estão soltos. Todos. Não vamos esquecer o que ocorreu no Iraque: houve uma dissolução do Estado iraquiano, uma dissolução. Então, hoje, a gente querê simplesmente… é… bombardeá o ISIS, dizê que você resolve porque o diálogo não dá, eu acho que não dá, também, só o bombardeio, porque o bombardeio não leva a consequências de paz. Porque você qué bombardeá por quê? Porque alguém internamente qué qui você bombardeie? Você vai bombardeá para quê? Para garantir a paz?"

Depois dos atentados em Paris, Dilma anda fazendo de conta que esqueceu o que disse. Mas até os bebês de colo sabem que gente assim não muda de ideia.

Na juventude, ela aprendeu com professores como Carlos Marighella a apreciar a beleza que existe no ato de matar por uma causa. Esse tipo de distúrbio não tem cura.

segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Dilma propôs diálogo com os bárbaros

O povo brasileiro não pode se esquecer - nunca - da sugestão de dona Dilma em discurso na ONU. Segundo ela, deveríamos estabelecer um diálogo com os terroristas do Estado Islâmico. As imagens abaixo são explicativas sobre quem são os bravos companheiros.


https://youtu.be/0rGTyY-uV0U


domingo, 15 de novembro de 2015

Dilma e os terroristas do Estado Islâmico (Augusto Nunes)


Em 24 de setembro de 2014, depois de uma reunião na ONU, Dilma Rousseff resolveu explicar aos jornalistas brasileiros por que os companheiros do Estado Islâmico (que a presidente chama carinhosamente de ISIS, informa o palavrório em dilmês), devem ser tratados com muita paciência e mais respeito pelos bárbaros ocidentais.
Confira o comício inverossímil:

“Ô, gente, vocês acreditam que bombardeá o ISIS resolve o problema? Porque se resolvesse eu acho que estaria resolvido no Iraque. E o que se tem visto no Iraque é a paralisia. Isso não sô eu que tô dizeno, é só ocês lerem o New York Times de ontem. Que qui o New York Times diz? Que houve uma estagnação. Porque o ISIS tem apoio de comunidades sunitas. Então, o que se tem de olhá é, de fato, a raiz desse problema. Ceis sabem aquele negócio, quando ocê destampa a caixa e sai todos os demônios? Os demônios estão soltos. Todos. Não vamos esquecer o que ocorreu no Iraque: houve uma dissolução do Estado iraquiano, uma dissolução. Então, hoje, a gente querê simplesmente… é… bombardeá o ISIS, dizê que você resolve porque o diálogo não dá, eu acho que não dá, também, só o bombardeio, porque o bombardeio não leva a consequências de paz. Porque você qué bombardeá por quê? Porque alguém internamente qué qui você bombardeie? Você vai bombardeá para quê? Para garantir a paz?”

Depois dos atentados em Paris, Dilma anda fazendo de conta que esqueceu o que disse. Mas até os bebês de colo sabem que gente assim não muda de ideia.
Na juventude, ela aprendeu com professores como Carlos Marighela a apreciar a beleza que existe no ato de matar por uma causa. Esse tipo de distúrbio não tem cura.

sexta-feira, 4 de setembro de 2015

Repetindo: Temer presidente e Dilma embaixadora no Estado Islâmico



O caminho é Temer


Mais uma vez, repita-se: o modelo a ser seguido para o Brasil ficar livre da canalha petista é fazer Michel Temer presidente, tal qual aconteceu com o presidente Itamar, na sucessão de Collor.

Para os petistas, a única chance de ainda manterem - vá lá, custa pouco a concessão - umas boquinhas naqueles ditos ministérios das mulheres e dos afrodescendentes, por exemplo, é o harakiri da madame. Se ela só renunciar, para onde ela iria depois? Para Cuba? Para a Venezuela? Para o Sudão, do norte ou do sul? Nem esse tipo de país iria aceitar tal estrovenga. 

Uma saída dramática criaria uma comoção popular, e criaria um clima que poderia salvar alguma coisa para os petistas, num hipotético governo de conciliação e salvação nacional. Em homenagem perpétua à obra da tia velha, seria erguido um monumento à mandioca, no centro da praça dos Três Poderes, para que os brasileiros se lembrem sempre dos acontecimentos contemporâneos e nunca mais cometam o mesmo erro.

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Raqqa, aqui (Demétrio Magnoli)

(Publicado em 12/12/2015 em O Globo)

"Enquanto, na França, dezenas de milhares saíam às ruas para dizer “Eu sou Charlie”, professores universitários brasileiros saíam de suas tocas para celebrar o terror. Não começou agora: é uma reedição das sentenças asquerosas pronunciadas na esteira do 11 de setembro de 2001. São sinais notáveis da contaminação tóxica de nossa vida intelectual e, especificamente, da célere conversão de departamentos universitários em latas de lixo do pensamento.

A mensagem dos franceses foi um tributo à vida e à civilização. “Eu sou Charlie” não significa que concordo com qualquer uma das sátiras do Charlie Hebdo.

Significa que concordo com a premissa nuclear das sociedades abertas: a liberdade de expressão é, sempre, a liberdade daquele com quem não concordo. Isso, porém, nunca entrará na cabeça de nossos mensageiros da morte.

Seu discurso padrão começa com uma condenação ritual do ato terrorista: “É claro que não estou defendendo os ataques”, esclareceu de antemão uma dessas tristes figuras, antes de entregar-se à defesa, na forma previsível da condenação das vítimas “justiçadas”.

“Não se deve fazer humor com o outro”, sentenciou pateticamente Arlene Clemesha, que ostenta o título de professora de História Árabe na USP, para concluir com uma adesão irrestrita à lógica do terror jihadista. É preciso, disse, “tentar entender” o significado do ataque: “um atentado contra um jornal que publicou charges retratando o profeta Maomé, coisa que é considerada muito ofensiva para qualquer muçulmano”.

Clemesha é só uma, numa pequena multidão acadêmica consagrada à delinquência intelectual. No mesmo dia trágico, Williams Gonçalves, professor de Relações Internacionais na Uerj, esqueceu-se do cínico aceno prévio para expor logo sua aguda visão sobre o “controle social da mídia” e, de passagem, candidatar-se a porta-voz oficial do Estado Islâmico: “Quem faz uma provocação dessas”, explicou, referindo-se aos cartunistas assassinados, “não poderia esperar coisa muito diferente”.

O curioso, nas Clemeshas e nos Gonçalves, é que eles rezam pela mesma cartilha que Marine Le Pen, apenas com sinal invertido. O nome dessa cartilha é “choque de civilizações”.

Na onda de islamofobia que varre a França, surfam dois lançamentos recentes. O livro “Le suicide français”, do jornalista ultraconservador Éric Zemmour, alerta contra a destruição da cultura francesa por vagas sucessivas de imigração muçulmana.

O romance “Soumission”, de Michel Houellebecq, imagina a França governada por um partido islâmico no ano agourento de 2022. Segundo a gramática do “choque de civilizações”, o Islã não cabe na França: um muçulmano só pode ser um francês se, antes, renunciar à sua fé.

Os nossos Gonçalves e Clemeshas estão de acordo com isso –mas preferem que, para acolher os muçulmanos, a França renuncie a suas leis e a seus valores, entre os quais a laicidade do Estado. E, no entanto, apesar de Zemmour, Houellebecq, Clemesha, Gonçalves e Le Pen, milhares de muçulmanos franceses exibiram nas ruas os cartazes com a inscrição “Eu sou Charlie”…

Karl Marx escreveu cartas elogiosas a Abraham Lincoln. Leon Trostsky contou com a colaboração inestimável do filósofo liberal John Dewey para demolir as falsificações dos Processos de Moscou. Entre um evento e outro, o socialista August Bebel qualificou o antissemitismo como “o socialismo dos idiotas”.

Em outros lugares e outros tempos, o pensamento de esquerda confundiu-se com o cosmopolitismo e produziu as mais comoventes defesas das liberdades civis. No Brasil de hoje, com honoráveis exceções, reduziu-se a um pátio fétido habitado por “black blocs” iletrados, mas fanaticamente antiamericanos e antissemitas.

“Não se deve fazer humor com o outro”, está escrito na lápide definitiva que cobre o túmulo do humor. Raqqa, a sede do califado, é aqui. “Eu sou Charlie”.


sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Irmãos siameses

Os terroristas que têm agido em diferentes partes do mundo ocidental (especialmente na Europa e na América do Norte), vão dando, a cada momento, provas do que são capazes de lançar mão para saírem vitoriosos. São capazes de tudo, assim como outra antiga e conhecida terrorista, aquela que afirmou recentemente, em alto e bom som, que seria capaz de fazer qualquer negócio para vencer determinada disputa. Esse tipo de gente não possui, de fato, quaisquer limites civilizatórios. Nenhuma interdição os constrange. Faltou-lhes o pai, o castrador que reprime, educa e amansa. São bastardos incuráveis. 

O que se vê agora nos incidentes franceses, assim como ocorre no Brasil, é a operação de um mesmo mecanismo, próprio de mentalidades totalitárias. Partindo de uma presumida representação de interesses - eles, os terroristas, que se imaginam representando o povo, os eleitos, os escolhidos ou que outro nome tenha - partem para as ações mais extravagantes e mais delirantes, sem jamais perguntarem aos representados se estes os identificam e os reconhecem como representantes. Se são rechaçados em suas pretensões, como foi o caso da experiência brasileira ao tempo do regime militar, os terroristas ainda se colocam como vítimas inocentes da repressão sofrida. A pretensão salvacionista só não é maior que a cara de pau da turma. 

Imagine-se certa distopia em momento não muito distante. Os terroristas do Estado Islâmico que barbarizam Paris, após terem assaltado, roubado, sequestrado, assassinado e aterrorizado um sem número de cidadãos ordeiros, passam a exigir do governo uma indenização pelas punições que receberam em função de seus atos reprováveis. Piada macabra se contada na França. No Brasil, entretanto, isso é fato da realidade. Aqui, os terroristas nativos ainda querem ser tratados como heróis e guerreiros do povo brasileiro. Lá, o califa que comanda o Estado Islâmico aplaudiu também, ainda ontem, os facinorosos que mataram os jornalistas do Charlie Hebdo. Não se sabe, ainda, qual lista de jornalistas condenados é maior: a do EI ou a do PT, esses irmãos siameses.   

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Pau que nasce torto, não tem jeito, morre torto

Dona Dilma, como era de se esperar de quem foi forjada politicamente no culto à violência e à barbárie, reafirmou sua eterna lealdade aos "companheiros de armas" (apud Zé Dirceu). Pau que nasce torto, não tem jeito, morre torto. 

A coluna do jornalista Augusto Nunes publicou o que vai abaixo. Quem estiver lendo pode chorar baixinho e em silêncio. 

Os companheiros terroristas retribuíram os afagos de Dilma com mais uma degola



Um dia depois dos afagos de Dilma Rousseff, que se solidarizou com o Estado Islâmico e propôs a troca dos ataques aéreos por diálogos entre os algozes democratas e os indefesos liberticidas, os companheiros terroristas retribuíram a manifestação de apreço e amizade da presidente com mais uma degola,  

Nesta quarta-feira, depois dos jornalistas americanos James Foley e Steven Sotloff e do agente humanitário britânico David Haines, chegou a vez do turista francês Hervé Gourdel.


Como as anteriores, a quarta decapitação foi registrada num vídeo que circula pela internet. Aos 55 anos, pai de dois filhos, o refém sequestrado na Argélia foi morto pelo crime de ter nascido no país errado. 

Os carrascos haviam fixado um prazo de 24 horas para que a França rompesse a parceria militar com os Estados Unidos e caísse fora dos céus da Síria. Quando se ajoelhou com as mãos amarradas atrás das costas, rodeado por quatro carrascos, é provável que Gourdel nem soubesse do ultimato.


A reedição do espetáculo da barbárie não mereceu sequer uma palavra da presidente, que tampouco enviou meia dúzia de frases de consolo à família do assassinado. A política externa da canalhice determina que a chefe de governo deve chorar seletivamente. Dilma não tem lágrimas a perder com um turista francês.