terça-feira, 25 de agosto de 2015

Professor Girafales: "Não se preocupe, Dilma...














...Eu também já errei pensando que tinha errado".

Susto e cinismo

O grito do pixuleco, segundo O Antagonista


Dona Dilma declarou, em entrevista, que tomou um susto quando viu a dimensão da crise que já afogava o Brasil há muito tempo. Ora madame, por quem sois? Susto tomamos nós com sua desfaçatez e cara de pau. Em vista da surpresa de que foi engolfada não tomou, portanto, qualquer providência para enfrentar as dificuldades. Cinicamente reconheceu que talvez tenha se atrasado no reconhecimento de fatos que qualquer idiota já teria percebido.

Mais incompreensível se torna a versão da madame quando se sabe do enorme contingente de assessores e ministros à sua disposição. Há ministérios para todos os gostos, alguns mesmo implausíveis; do devotado a tratar de coisas das mulheres, passando por aquele dos afro-descendentes, dos eunucos e da lava-jato, até finalizar no mais incrível: o dos assuntos cucarachas. É objeto de piadas o nome de alguns cargos na vasta burocracia federal. Apesar da variada troupe a serviço da rainha de copas, ninguém ao menos desconfiou que alguma coisa estava errada. 

Dona Dilma há muito não sai dos palácios, sempre agarrada no saco de quem lhe possa garantir uma boquinha ou vantagem. É bom lembrar que antes de virar ministra de Lula, ela já fora secretária do governo petista de Olívio Dutra, no Rio Grande do Sul. Como é, e foi, possível que uma criatura assim, do mais extraordinário primitivismo, tenha enganado tantos durante tanto tempo? Com sua confissão a respeito da própria incompetência, o povo brasileiro vai cristalizando suas convicções a respeito de tão patética figura. 

Para coroar as inanidades ditas na entrevista aos grandes jornais do país, dona Dilma se revelou muito preocupada com um traque junino que estalou no passeio do Instituto Lula, e com o boneco inflado - o Pixuleco - cuja imagem antecipa o destino final de seu mentor.  

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Cavalcantis e cavalgados

No Nordeste brasileiro o mundo se dividiria em dois grupos: Cavalcantis e cavalgados. Quem não é Cavalcanti é cavalgado. Recente decisão judicial confirmou a sabedoria popular, segundo coluna de Carlos Brickman.


O Tribunal de Justiça de Pernambuco condenou o juiz Max Cavalcanti de Albuquerque por manter irregularmente sob sua guarda um rapaz menor de idade, com quem dividia a cama onde o efebo era devidamente cavalgado (os gregos besuntavam o corpo dos rapazes com azeite de oliva; propiciava um exercício físico melhor que as modernas academias). Cavalcanti, na época dos fatos, era juiz da Vara de Infância e Juventude de Palmerina, Pernambuco e, segundo o tribunal, retirou o garoto da família sem qualquer procedimento legal. 

E a que pena foi condenado o magistrado? 

A de sofrer o constrangimento de receber integralmente seus proventos, sem trabalhar, por aposentadoria compulsória. Como punição pelo ato, foi-lhe retirada a maldição bíblica de ganhar o pão com o suor de seu rosto.

O Conselho Nacional de Justiça, presidido pelo inefável Levandowski, manteve a pena. O juiz continua aposentado, proibido de trabalhar e recebendo tudinho, em dia. As informações são oficiais, do CNJ, e do ótimo portal jurídico Espaço Vital (www.espacovital.com.br).

domingo, 23 de agosto de 2015

Lula: pai dos pobres, mãe dos ricos e amante dos banqueiros


A colunista Eliane Cantanhêde, do Estadão, escreveu hoje:
"A olho nu, não se identificaram ali (nos protestos de domingo passado) banqueiros, grandes empresários, altos burocratas, diretores de estatais, nem grandes coisa nenhuma, até porque os bancos lucraram mais de 50% em meio à crise, dirigentes partidários aliados estão numa boa e a elite incrustada nas estatais já encheu as burras, digamos, heterodoxamente. Essa é a verdadeira elite, e ela está com o PT e com Dilma, que parece estar se recuperando."
O PT não é só o partido dos trambiqueiros. É também o partido dos banqueiros, como afirmam Os Antagonistas.
Vale a pena relembrar que a primeira emenda constitucional aprovada pelo governo Lula - a EC-40, de 29 de maio de 2003 - suprimiu o conteúdo do art. 192 da Constituição Federal. Entre outras prescrições nele contidas (e que atrapalhavam os negócios dos bancos), estava a referente ao tabelamento dos juros (inciso VIII, parágrafo 3°:
"As taxas de juros reais, nelas incluídas comissões e quaisquer outras remunerações direta ou indiretamente referidas à concessão de crédito, não poderão ser superiores a doze por cento ao ano; a cobrança acima deste limite será conceituada como crime de usura, punido, em todas as suas modalidades, nos termos que a lei determinar"
Outro item de grande importância para as regiões mais pobres do Brasil, que vêem sua poupança drenada para o sul e sudeste, estava no inciso VII do mesmo artigo, que previa a implantação de "critérios restritivos da transferência de poupança de regiões com renda inferior à média nacional para outras de maior desenvolvimento".
Lula não foi somente pai dos pobres e mãe dos ricos: foi amante dos banqueiros. Não por acaso, a primeira ruptura política da base formada para apoiar Lula se deu após a aprovação da EC-40. Brizola, que sacou claramente quais seriam as implicações da medida, foi para a oposição ao governo petista, ao qual o PDT retornou somente após o falecimento do velho caudilho, aí já comandado o partido pela exótica figura de Carlos Lupi.  





Lula, o pichuleco

Lula, o pichuleco












Esta é a imagem que restará do gangsterismo predatório que se instalou no Brasil, nos últimos 35 anos, quando da criação do PT. Um velho e já falecido sindicalista - ex-presidente do sindicato dos marceneiros de Belo Horizonte - costumava alertar, sem ser ouvido, que Lula era agente da CIA. Pelo que se vê, e se viu, ele não tinha essa bola toda. Era apenas um aventureiro oportunista e inescrupuloso. 

Lula e os vôos de carreira


Lula vive viajando pra lá e pra cá. Não sossega o facho. Só uma curiosidade: qual foi a última vez em que ele viajou em aviões de carreira? Quem anda pagando suas viagens recentes em helicópteros e jatinhos? 

Onde está o Ministério Público?

O chefe da CUT - uma das alas do braço armado do PT, juntamente com o MST - declarou em convescote, dentro do palácio do Planalto que: 


“Nós somos trabalhadores. Somos defensores da unidade nacional. Isso implica ir para as ruas entrincheirados, de armas na mão, se deitar e lutar, se tentarem tirar a presidente. Nós seremos o exército que vamos enfrentar essa burguesia".


Frente à má repercussão, ensaiou um recuo. Afinal, não ficaria bem reconhecer a similaridade de conduta da turma com as SS nazistas (tropas de assalto do Partido dos Trabalhadores Alemães).

Pelego profissional, o tal rapaz só cumpriu o velho ritual, obrigatório para quem caga fora do pinico: recolheu a bosta. A defesa acintosa de atos terroristas - como se depreende de suas palavras - deveria ser analisada à luz da lei de segurança nacional, ainda em vigor. Onde está o MP?