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quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Dia Internacional de Lembrança das Vítimas do Holocausto.


Hoje, 27 de janeiro, comemora-se o Dia Internacional de Lembrança das Vítimas do Holocausto. O espantoso massacre contra o povo judeu, configurando prática de genocídio, até hoje negado por gente como os aiatolás malucos do Irã, não pode ser esquecido. Jamais. 

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Dona Dilma e o holocausto

Ao participar de uma cerimônia em homenagem às vítimas do holocausto, ontem à noite em Brasília, a presidente Dilma Rousseff comparou a tragédia que levou ao extermínio de seis milhões de judeus com as mortes provocadas pelos anos de ditadura militar no Brasil. Dona Dilma é de um extraordinário caradurismo ou, então, extraordinariamente ignorante. Comparar terroristas, como ela, que, julgando-se presumidos representantes do povo brasileiro, resolveram por sua própria conta e risco (com armas e bombas nas mãos, relembre-se sempre, enfrentar o regime autoritário de 1964), aos judeus desarmados – incluindo aí mulheres, crianças, dementes e outros incapazes – é de um oportunismo sem igual. Dona Dilma quer reinterpretar a história de maneira favorável àqueles cujo propósito era, e é, construir no Brasil um modelo similar ao de Cuba e Coréia do Norte. Ou então, pior ainda, algo no estilo teocrático do Irã ou, quem sabe, um decalque do capitalismo de estado chinês. A madame não sabe, ou não quer saber, que o fundamento de uma sociedade democrática exige o respeito integral aos direitos universais da pessoa humana, associado a um regime constitucional com a devida divisão de poderes. Sem tais pressupostos a “democracia” terá uma natureza totalitária, conforme os exemplos dos regimes nazi-fascistas e comunistas de diferentes épocas e lugares. Não por acaso, a política externa brasileira tem sido marcada pelo apoio a todos os governos e regimes do planeta com vocação totalitária. Basta ver os votos dos representantes brasileiros nos fóruns internacionais sistematicamente contra Israel e a favor de tiranos, como os falecidos Kadafi e Hugo Chaves, bem como outras múmias físicas e espirituais na América Latina, na Ásia e na África. Sobas, aiatolás e similares cucarachas, sim, têm assento cativo no coração dessa estranha criatura que, dizem, governa o Brasil.

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Sherit Hapleitá (Floriano Pesaro)

(Discurso de Floriano Pesaro discursa na sessão soleneem recordação aos heróis e mártiresda II Guerra Mundial)

"Nós todos, que hoje advogamos pela memória da tragédia do Holocausto como alerta para o futuro, devemos nossa inspiração à Associação dos Sobreviventes Israelitas da Perseguição Nazista – O Sherit Hapleita.

Já no vislumbre de um possível fim do Holocausto, os sobreviventes da barbárie buscaram um caminho para o povo judeu. Inspirando-se nada menos do que na Bíblia - o nome Sherit Hapleita tem origem no primeiro livro de Crônicas 4:43 - essas pessoas, provas vivas da capacidade humana de sofrimento e superação, começaram a se organizar social e politicamente, já que o colapso nazista os deixara sem família, sem lar, sem país, sem perspectiva.

Recusando a segregação e a desumanidade dos Campos de Pessoas Deslocadas, recusando o aviltamento de terem que sair de “Dachau para Feldafing”, os corajosos cidadãos do Sherit Hapleita, rejeitaram definitivamente serem mais uma vez tutelados e ignorados.

Tendo como fator primordial de convergência o mesmo fato que os levou à beira do extermínio (ser judeu), a organização foi pioneira em determinar linhas de ação para que o povo judeu pudesse ter voz, compensação, memória, país e autodeterminação.

Já em sua primeira conferência, os delegados de Sherit Hapleitá decidiram sobre um programa de 14 pontos em que estabeleciam um amplo mandato, incluindo o estabelecimento de um estado Judeu na Palestina, com reconhecimento pelas Nações Unidas, compensação para as vítimas do nazismo, participação nos julgamentos contra os criminosos de guerra nazistas, um arquivo de registros históricos e ampla autonomia.

Hoje, somos milhões em Israel e no mundo afora, livres, confiantes, orgulhosos por termos uma terra para chamar de nossa. Mas devemos isso à coragem e esperança destes heróis sobreviventes que reafirmaram um dos fundamentos de nosso povo: a valorização da vida acima de tudo. Heróis que entenderam o perigo de subserviência, heróis rotos, machucados, sofridos, enlutados. Uma massa de seres humanos distintos em suas crenças políticas, sociais e mesmo em seus graus de crença.Mas heróis que sumarizam a inestimável citação do sábio rabino Hilel:

" IM EIN ANI LI MI LI"

(Se eu não for por mim, quem será por mim? E se eu cuido só de mim, quem sou, afinal? E se não agora, quando?)

Nosso agradecimento será eterno. Nosso caminho foi esboçado lá, no rescaldo das cinzas de nossos familiares. Foi lá que escolhemos renascer, foi lá que decidimos que nossa resposta a Hitler seria recordar, alertar, mas sobretudo: viver. Por isso hoje podemos dizer de boca cheia: AM ISRAEL HAI."