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quinta-feira, 11 de agosto de 2016

Boff, o piedoso devoto de Francisco: derrubem os cavalos


Apoiador histórico do PT, Leonardo Boff manda “derrubar cavalos” com bolas de gude.
É isso mesmo.
Figura onipresente nos já clássicos abaixo-assinados para defender algum líder petista metido em encrenca, Leonardo Boff é parte da chamada “classe artística apoiadora” do partido.
Mas, apesar do passado religioso, parece que suas pregações não são sempre em nome da paz.
Vejam o que Boff recomendou recentemente:

“Para nos defender contra o golpe policial e nosso direito de nos manifestar nas praças compremos bolas de gude para derrubar os cavalos”.

Diante das críticas, tentou explicar-se e aí mandou essa:
“Os cavalos são nossos irmãos na comunidade de vida. Mas não devem servir de meio para a polícia fazer mal aos manifestantes. Não são para isso.

Só piorou, portanto. Os pobres cavalos, que nada tem a ver com isso, seriam as grandes vítimas nessa detestável “tática de guerra”.
E depois dizem que os “reaças” é que são agressivos.

domingo, 22 de maio de 2016

Pastoral da guerra (Implicante)


Apoiador histórico do PT, Leonardo Boff manda “derrubar cavalos” com bolas de gude.
É isso mesmo.
Figura onipresente nos já clássicos abaixo-assinados para defender algum líder petista metido em encrenca, Leonardo Boff é parte da chamada “classe artística apoiadora” do partido.
Mas, apesar do passado religioso, parece que suas pregações não são sempre em nome da paz. Roma estava certa quando lhe impôs o silêncio obsequioso.
Disse o truculento franciscano:
“Para nos defender contra o golpe policial e nosso direito de nos manifestar nas praças compremos bolas de gude para derrubar os cavalos”.(Contribuição ao belicoso frade: rolhas também são ótimas. Escorregando nelas o cavalo vai cair e quebrar as pernas).

Senta a pua!

quarta-feira, 1 de julho de 2015

Mensagem aos pobres (extensiva aos freis Boff y Betto )


O brasileiro sofre com a crise do país. Desnecessário ficar citando os fatos e dados. Todo mundo está a par da situação.

Dona Dilma, no entanto, houve por bem dar um rolé em Nova York para, certamente, desanuviar o espírito e fugir do ambiente de repugnância que vigora em Brasília. Parece, até, uma reedição do famoso baile da ilha Fiscal, nos estertores da monarquia; enquanto a nobreza se esbaldava na festa, os miseráveis gemiam de privação pelos quatro cantos do Rio de Janeiro.

Dona Dilma proclama um grande amor à pobreza. Ela, aliás, já foi intitulada de Mãe dos Pobres pelos cafajestes que a cercam. Os outros dirigentes do PT não ficam atrás. Também eles enricaram nos últimos 12 anos. Enricaram, e como? Luxo é que é gostoso, principalmente às custas do alheio.  Gastam, portanto, sem piedade os pixulecos que arrancam do povo e da Petrobrás.

Em Nova York a madame está no bem bom. Vejam abaixo o padrão dos gastos perdulários da pródiga, a mesma que está cortando benefícios trabalhistas e previdenciários dos mais humildes. 

Enquanto os pobres precisam se contentar com os infames apartamentos de 40 metros quadrados do Minha Casa Minha Vida, a dondoca se esbalda na mais sofisticada suíte de um dos hotéis mais luxuosos daquela cidade (a diária, só para este apartamento, é de U$11 mil dólares). Isso dá algo em torno de R$31 mil reais, ao câmbio de hoje. Façam as contas: 4 diárias resultam numa despesa (paga pelos otários), na ordem de R$124 mil reais. Sem falar nos gastos com a nababesca comitiva. Um príncipe da Arábia Saudita teria mais compostura.

Vejam bem, pobres, vocês que votaram na madame para presidente do Brasil. Façam como ela: quando forem aos Estados Unidos hospedem-se no mesmo hotel.

Vida mansa e de luxo é isso aí. Por isso não querem largar o osso de jeito nenhum.




Quarto de Dilma

Sala de estar 

Sala de jantar






quinta-feira, 26 de março de 2015

Boff, o defensor de bucaneiros

O disfarce


















Leonardo Boff é um homem de grande coragem, isso não há como negar. Forjado no culto à franciscana pobreza (isso, claro, no tempo em que os franciscanos eram pobres), o eminente teólogo passou a ver fantasmas à luz do dia, imputando aos que não se submetem mais à tutela de iluminados como ele, intenções pérfidas contra pobres, negros, índios, gays e outras minorias sociológicas. É um raciocínio desprovido de base real. 

Não há qualquer sentido nas críticas que o eminente religioso vem fazendo, segundo informam os meios de comunicação que divulgam seus artigos. Se houve uma virtude trazida pelo capitalismo, foi a de universalizar o acesso a bens que, em outras épocas, eram monopólio de uma minoria. O capitalismo, de fato, democratizou o consumo. Qual a justificativa, então, para se hostilizar os novos participantes desse vasto mercado, como Boff quer nos fazer crer?

O frade tornou-se agora o mais devotado defensor dos gatunos que invadiram o Estado brasileiro. Compreensível sua conduta, se vista sob o prisma dos interesses concretos que ele representa e defende. No mundo capitalista o "faz-me rir" muito ajuda na formação de opiniões. A grana, o unto, a bufunfa, e outras similares denominações populares para o vil metal, amaciam os duros e endurecem os flácidos. Ou amolecem a rigidez ao mesmo tempo que abafam a fraqueza e neutralizam eventuais dúvidas. Tudo depende das conveniências e das circunstâncias. 

Entidade à qual Boff é vinculado, não por acaso, é uma das grandes comensais dos recursos que jorram da cornucópia petista. Sair, pois, em defesa de um bando de bucaneiros, não é algo que se faça graciosamente, por ideologia ou por convicção. Há valores monetários sustentando a cruzada do ex-frade. 

Com a sagacidade acumulada por seus pares desde os tempos medievais, Boff parece desconfiar que uma limpeza em regra, na política nacional, pode afetar as receitas tão facilmente obtidas por sua turma nos dias que correm. Melhor, então, sair à frente no mau combate. Dinheiro é importante e não aceita desaforo. A melhor defesa sempre foi partir para o ataque. É nessa moldura que se deve colocar o pacote das críticas infundadas de Leonardo Boff e outros que o seguem.