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quarta-feira, 1 de março de 2017

Mutilação genital feminina


A mutilação genital feminina - MGF - é uma tradição que afeta várias comunidades humanas, principalmente na África Negra e nos países muçulmanos. No dia 06 de fevereiro é comemorado o dia internacional contra a MGF. Infelizmente não se viu maiores - para não dizer completa ausência - referências ou denúncias contra prática tão nefanda aqui no Brasil. Não se tem notícia de sua ocorrência no país, mas a migração crescente de africanos pode nos incluir, para nossa tristeza, na relação daquelas vitimadas pela barbárie. 

Portugal, ao contrário do Brasil, possui um forte comprometimento pela erradicação da mutilação. Há, mesmo, estatísticas oficiais confiáveis. A atuação da Anistia Internacional e do governo português ajudam a elevar a consciência dos migrantes que aportam no território lusitano, a respeito do assunto.

Em vista da omissão dos movimentos feministas nacionais (a maioria controlada pelo lulo-petismo), aos quais não interessa mobilizar nada que contrarie a adocicada visão de mundo sobre as tradições africanas que vendem país afora, segue comovente link contendo filme documentário realizado em Portugal. As mulheres e, sobretudo, as crianças não podem mais continuar a viver dessa forma. A diplomacia brasileira, tão terceiro-mundista na era Lula-Dilma, bem poderia engrossar as vozes que protestam contra a MGF.  

Mutilação genital feminina


sábado, 6 de junho de 2015

BNDES: a fuzarca com o nosso dinheiro



























O governo divulgou finalmente alguns detalhes dos contratos de financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social com o exterior. A ferramenta, que pode ser acessada no site do BNDES, mostra valores, taxas de juros, destinos e motivos dos empréstimos feitos pelo banco a países da América Latina e da África. Os recursos são provenientes quase que totalmente do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT). A obra mais cara é a Usina Siderúrgica Nacional, na Venezuela, ao custo de 865,42 milhões de dólares. Confira os contratos mais caros financiados pelo banco fora do Brasil.

Para esclarecer melhor as coisas, faltou dizer que o FAT é resultante da união dos recursos provindos do PIS e do PASEP, vale dizer, é dinheiro que pertence aos trabalhadores da iniciativa privada e aos servidores públicos respectivamente. O BNDES é tão somente o gestor do numerário. Aqueles que trabalham no Brasil são, portanto, os financiadores reais de grandes obras em países de regimes desacreditados da América Latina e da África. Enquanto isso, o país sofre com a ausência de metrô, linhas ferroviárias, estradas, geradoras de energia etc., em benefício de Cuba, Venezuela, Angola e outras republiquetas. Aliás, para que a farra prossiga sem maiores dificuldades, o governo já definiu elevação das alíquotas do PIS/PASEP, sangrando o povo brasileiro para alimentar tiranos corruptos e desavergonhados.


As cinco empreiteiras que concentram o crédito à exportação são Odebrecht (US$ 8,2 bilhões, incluindo sua subsidiária em Cuba, a Companhia de Obras e Infraestrutura), Andrade Gutierrez (US$ 2,6 bilhões), Queiroz Galvão (US$ 388 milhões), OAS (US$ 354,2 milhões) e Camargo Corrêa (US$ 258,8 milhões).

Uma das operações que teve detalhes revelados foi a contratação de serviços da Companhia de Obras e Infraestrutura para obras de ampliação do Porto Mariel, em Cuba. A operação foi feita em cinco etapas, com contratos entre 2009 e 2013, totalizando US$ 682 milhões. Em cada uma das etapas, foi fixada taxa de juros em dólar, que variou de 4,44% a 6,91% ao ano. Enquanto isso, vocês, trabalhadores e empreendedores brasileiros, amargam taxas de juros de fazer corar um frade de pedra. Nem Schylock, o agiota d’O Mercador de Veneza, teria tal ousadia.