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quinta-feira, 19 de maio de 2016

Coletivo madame Min


Agências de notícias reportam a criação de nova entidade petista: o Coletivo Madame Min, destinado a representar e fazer lobby em favor de damas desamparadas e discriminadas pelo pérfido neocapitalismo liberal chefiado por Michel Temer.




Pela qualidade óbvia das ilustres criaturas acima, o empreendimento será um sucesso. O mundo das universidades e o mundo da cultura fornecerão seus abundantes quadros ao festejado movimento social. Aliás, importante não esquecer a excelente contribuição a ser dada pelas valorosas companheiras do PC do B.

Exemplo marcante, também, a ausência provisória de dona Chauí e sua vassoura filosófica, excepcional instrumento de extermínio de baratas e da classe média. Sobre elas pode-se dizer, no mínimo, que são verdadeiros breves contra a luxúria. 

quarta-feira, 18 de maio de 2016

Mulheres, ao conteúdo (Dora Kramer)


A sempre excelente Dora Kramer atingiu a medula dessa horda de vigaristas que pensam ser necessária a presença de mulheres para se ter um governo digno e competente. Os exemplos dados pelo PT não poderiam ser mais eloquentes. Ou alguém já se esqueceu de uma ministra de Lula chamada Matilde sei lá das quantas, se aproveitando do cartão corporativo para suas compras em lojas Duty Free? Ou da Bené e suas fraudes? E a pornográfica Martaxa? E a própria Dilma, cruz credo? E a Ideli Salvatti, hoje homiziada nos Estados Unidos com um sargentão a tiracolo? Alguém no seu juízo perfeito convidaria alguma dessas damas para algum cargo ministerial? Isso sem mencionar as milhares de parcas acopladas à máquina governamental em todos os seus níveis. Se o sexo ou orientação sexual fosse critério para se escolher governantes e administradores, o regime petista seria um exemplo para o mundo. Pelos resultados até agora conhecidos dos governos dessa gente, melhor fariam se botassem logo a viola no saco e deixassem o Temer trabalhar. Segue abaixo o artigo da Dora Kramer.


"Amigas e amigos partícipes da tese de que a ausência de mulheres como titulares de ministérios fere de morte o princípio da representação da diversidade e se constitui em grave retrocesso: é a questão mais importantes de um País destroçado política, ética e economicamente falando? Quantas das várias mulheres atuantes no governo de Dilma Rousseff nos garantiram a reafirmação de gênero, a começar por ela, inventada e elevada por um homem machista juramentado?

Erenice Guerra, Gleisi Hoffman e Míriam Belchior, cuja interlocução como presidente da Caixa com a estrutura do banco se dava exclusivamente por intermédio de um homem, honraram seus cargos por serem mulheres? Não, quem nos honra por ora são os nomes de Maria Silvia Bastos, na presidência do BNDES, e de Maria Helena Castro na secretaria executiva da Educação. Com perdão de prováveis omissões".

sábado, 19 de março de 2016

Grelo duro ou grelo mole?


As mulheres do PT, ao que parece, não têm senso de pudor. Gentinha sem vergonha mesmo. Nenhuma reação quanto à forma que o escroto ex-presidente se utiliza para classificar a tigrada feminina. Lula dividiu as madames em dois tipos: as de grelo duro e as de grelo mole.

Fiquemos assim, então. Na hora de papar alguma é melhor ficar com as de grelo mole. Deixemos as de grelo duro para Lula e companhia. Nós com umas, desde que papáveis, eles com as outras, bem molhadinhas, porém, durinhas.

Hei, Lula, vai tomar no cu! 

A propósito, falando em tomar no cu, não se deve esquecer outra das impagáveis manifestações de Lula: aquela em que ele afirma que Pelotas era um polo exportador de viados. 

Eis o homem, eis o escroto, eis, em suma, o crapulinski abominável. 

Razão maior tem a torcida do glorioso Clube Atlético Mineiro que, em coro espontâneo, mandou-o tomar no cu no dia do jogo contra o Colo-Colo. Postagem anterior mostra o vídeo com a sabedoria dos atleticanos.