Mostrando postagens com marcador Coração Valente. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Coração Valente. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 8 de setembro de 2015

Os remédios amargos de dona Dilma


Dona Dilma - a sobre dita "coração valente" - amarelou. Não teve coragem suficiente para ficar face a face com o povo brasileiro. Obrou à vontade durante anos - senhora de baraço e cutelo - fazendo e desfazendo segundo seu exclusivo arbítrio.  Agora, ao ver os resultados desastrosos de tanta merda que fez, e sobre os quais é a responsável, ameaça o Brasil com "remédios amargos" destinados a nos tirar do buraco.

Não, madame. Quem cagou fora do penico não fomos nós. Os que o fizeram, que recolham a bosta. Com o gigantesco corpo de ministros e assessores diretos pendurados nos vastos cabides dos palácios, certamente não lhe faltará ajuda. Ponha na linha de frente as pavorosas mucamas que a cercam. Dê a elas uma vassoura e um balde. 

Barrear a cara com um pouco de vergonha poderia ser, aliás, um bom começo. Não se preocupe a calamitosa dona com seu abjeto futuro. Seu nome já entrou para a história. 

sábado, 15 de agosto de 2015

Dilma: Nefasta hoje, muito pior ontem

Em reunião com um bando de pelegos em Brasília, dona Dilma disse, candidamente, que "se tornou uma pessoa melhor com o tempo". Atirou no que viu e matou o que não viu.

Tal verdade filosofal, talvez a única que ela tenha dito em toda sua vida, permite uma conclusão atroz. Se ela já é ruim, hoje, como seria, então, quarenta anos atrás? Isso supondo que ela melhorou, dado que não seria possível piorar. 

As aventuras tresloucadas da madame, - quando ela estava na flor da idade, período em que leviandades são compreensíveis - vistas pelos olhos de hoje devem ter sido terríveis. Dona Dilma, segundo consta, era uma das comandantes de um dos grupos terroristas que operavam à época (cuidava da logística da turma). 

Obviamente estavam fadados à derrota, quase que uma crônica de uma morte anunciada, tendo à cabeça uma criatura que não sabe nem falar. Tartamudeia. E a dona, tendo-se em alta conta como guerreira, ainda quer ser conhecida como "coração valente". 

Alguém pode imaginar o que teria sido o Brasil se a obtusa dama, e seus cúmplices, tivessem ganhado a guerra de guerrilha nos anos setenta do século passado?

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Coração Valente

O blog do Ricardo Setti publicou o artigo que segue abaixo. Quem desejar maiores esclarecimentos, procure aquele blog, no portal da VEJA. Nele será encontrado o programa político da VAR-Palmares, e os fundamentos das idéias esquisitas de dona Dilma e sua turma.
..............................................................................

"Não faltava mais nada, mais nada, nadinha mesmo na campanha eleitoral da presidente Dilma Rousseff. Agora, volta e meia ela aparece diante de cartazes dos tempos em que integrava a luta armada, o que lhe valeu o qualificativo marqueteiro de “Coração Valente”.

A ideia foi escandalosamente roubada por marqueteiros de uma outra campanha, como mostrarei abaixo. Mas isso não é nada.

Os cartazes da “Coração Valente”, como o que vocês verão logo abaixo querem insinuar que Dilma, quando integrava a luta armada contra a ditadura militar, “plantava a liberdade” para, hoje, “colher democracia”.





Com todo o respeito à figura da presidente, a candidata Dilma está MENTINDO. Repito: MEN-TIN-DO.

A organização armada a que ela pertencia, a VAR-Palmares — antes ela pertenceu à minúscula Polop, depois à Colina, que acabou se fundindo na Vanguarda Armada Revolucionária-Palmares –, de fato enfrentava a ditadura militar, mas apelando para a violência e a luta armada. Não há notícia, em lugar algum, que os “guerrilheiros” da VAR-Palmares, ou terroristas, como os chamava o regime militar, tenham, em qualquer tempo, pregado as liberdades democráticas tais como as conhecemos.

A organização chefiada pelo ex-capitão do Exército Carlos Lamarca pregava a luta armada como forma de chegar ao poder, que seria exercido, em nome dos “trabalhadores”, por um partido único.

Não há um parágrafo, uma frase, uma linha que seja no “programa de luta” da VAR-Palmares de Dilma defendendo eleições diretas, o pluripartidarismo, o direito à livre expressão do pensamento, a liberdade de imprensa, a liberdade partidária, a livre organização sindical, a garantia dos direitos individuais, a supremacia da lei e o primado da Justiça, a independência dos Poderes — nada, nada, nada, absolutamente nada de tudo aquilo que a Humanidade aperfeiçou e que se chama democracia, “o pior regime que existe, excetuado todos os demais”, na frase imortal do grande estadista britânico Sir Winston Churchill.

Se vocês não acreditam e quiserem conferir se há qualquer inverdade no que escrevo, encham os pulmões, munam-se de coragem e paciência e cliquem no link que vou oferecer a seguir onde está o documento-base da VAR-Palmares, um tijolaço de 35 páginas datilografadas em espaço um.


Não bastava, porém, passar a falsa informação de que uma organização cujos fundamentos de chegar ao poder fundavam-se na na violência armada pregava a “liberdade” e queria que o país desembocasse em uma “democracia”.

O “Coração Valente” que os marqueteiros tentam pespegar em Dilma foi escandalosamente furtado da campanha da então senador Heloísa Helena (PSOL-AL), candidata à Presidência da República em 2006, conforme está no cartaz abaixo:




Os registros a respeito são in-des-men-tíveis.

Vejam, por exemplo, um vídeo de campanha de Heloísa Helena postado a 28 de setembro de 2006, sob o título “Heloísa Helena Coração Valente”.