Mostrando postagens com marcador Confissão. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Confissão. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 29 de outubro de 2015

Sibá e Freud: ambos têm razão


"Bando de vagabundos, vocês são vagabundos". 

Foi o que proclamou Sibá, o homem da floresta, dirigindo-se aos que pediam o impeachment de dona Dilma no Congresso Nacional. Não deixa de ter sua graça o diagnóstico, ainda mais provindo de um parlamentar do PT. 

O inconsciente do esquisito deputado - que, por incrível, já esteve pousado em gabinete do Senado Federal - queria dizer, de fato, ao ajuntamento de 300 picaretas que apoiam o governo:

"Bando de vagabundos, nós somos um bando de vagabundos!"

Tudo não passou de singela confissão.



terça-feira, 5 de maio de 2015

Confissão

Conforme informou importante dirigente petista:


“O PT absorveu práticas relacionadas ao uso e abuso do dinheiro nos processos eleitorais internos” (Ministro Patrus Ananias).

Patrus esclareceu, com a confissão, que os tais processos eleitorais internos do PT foram apenas um esquema prévio de treinamento para os gatunos do partido, antes deles ocuparem desabridamente múltiplos e variados cargos na administração pública. Também pudera que tenha sido assim, pois que o inventor e condutor de tais processos foi o mensaleiro Zé Dirceu. Esperava, então, qual resultado?

A verdade é que ninguém começa a roubar quando chega ao governo. Há toda uma carreira, que pode começar até nos berçários, tomando a chupeta do coleguinha ao lado. É um negócio assim meio que científico: uma educação especializada. Coisa de profissionais, enfim.

O ministro Patrus, pelo visto, se esqueceu, porém, de detalhar onde a preparação começou: dentro dos grêmios estudantis, associações de moradores e, principalmente, dos sindicatos. 

A cornucópia sindical é uma moleza. Um tributo obriga os otários (nós, afiliados ou não aos sindicatos), a contribuir com o valor anual de um dia de salário para os cofres dos bacanas. E eles nem precisam prestar contas, ao TCU, pelo que fizeram com nosso dinheiro. Tal privilégio corporativo só é compartilhado com a OAB, também liberada de maneira estranha da obrigação, ao contrário do que acontece com os Conselhos de Engenharia, Medicina, Enfermagem, etc.