terça-feira, 4 de abril de 2017

Dilma no México


Dilma em ação, obrando e gemendo.

A vulgar criatura assim explicou seu encontro com Marcelo Odebrecht, na cidade do México, anos atrás: foi dar uma cagadinha irrefreável ali mesmo no aeroporto. "Guacamole, querido, entende. Deixei a merda toda pros mexicanos. Fiz igual o Lula quando cagou no palácio da rainha da Inglaterra, uma das glórias sul-americanas de todos os tempos. Pois bem, saindo eu daquele sufoco, quem abre a porta da casinha? Marcelinho pão e vinho. O rapaz destampou o penico, numa discurseira incompreensível, vomitando coisas das quais eu nunca vira ou ouvira falar, negócios com João Santana, sei lá; fiquei abismada e estarrecida, como sempre, quando me deparo com tais assuntos. Ajeitei o paletó, sacudi a poeira e fui embora dali. Dei um peidinho pra demarcar o território e, ó, saltei fora daquela quebrada e da presença inconveniente daquele moço. Eu, hein, como respeitar um homem que invade abusivamente o espaço cagatório de uma presidenta? Vá se fuder, babaca."   

Nenhum comentário: